Notícia retirada do site do Jornal do Dia, e vista também no site da ANDA.
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O leitor Luis Henrique Correa enviou fotografia de um filhote de gato que nasceu com duas cabeças e oito patas ontem (13) em Aquidauana, município que fica a 135 quilômetros de Campo Grande.
O acontecimento foi registrado na rua José Múcio Teixeira, no bairro Chapecoense, às 13h30 de ontem. Nas palavras de Correa, essa é a primeira vez que a imprensa noticia esse tipo de caso.
Ele conta que o filhote foi “descoberto” pelo repórter Genaro Arguelho que visitou a residência da família e constatou a anomalia.
A segunda cabeça do gato estava no estômago do filhote, que não conseguiu sobreviver. A estudante Graciele Costa de Souza, de 13 anos, disse à Radio FM PAN que “guardou ele para que outras pessoas pudessem conhecê-lo”.
Curioso com o fato, o leitor doCampo Grande News fez uma busca no Google e encontrou uma foto datada de 1871 que mostra um gato com oito patas e duas caudas.
O leitor fez questão de ressaltar que o gato (Felis silvestris catus), também conhecido como gato caseiro, gato urbano ou gato doméstico, é um animal da família dos felídeos, popular como animal de estimação.
Conforme a pesquisa do leitor, ele ocupa o topo da cadeia alimentar e é predador natural de animais como roedores, pássaros, lagartixas e outros insetos.
Há cerca 250 raças de gato doméstico, cujo peso variável classifica a espécie como animal doméstico de pequeno a médio porte. O tempo médio de vida desses animais pode chegar a vinte anos.
Fonte: Jornal do Dia
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Polícia da Bósnia diz ter localizado garota que jogou filhotes no rio
Todos nós, seres humanos providos de consciência e compaixão, esperamos que exista uma punição exemplar para esta "criança". E que esta punição seja divulgada no mundo todo do mesmo modo que a crueldade foi.
Vi no BlueBus.
Parece que a mobilizaçao online funcionou - a menina que apareceu em um vídeo cruelmente atirando filhotinhos no rio foi localizada pela polícia da Bósnia.
A movimentaçao online começou na comunidade do site 4chan e ganhou apoio do PETA, q ofereceu USD 2 mil para quem tivesse informaçoes que levassem à identificaçao da menina - nota anterior aqui.
Como ela ainda é menor de idade, os pais devem responder pela atitude da filha, podendo ser multados em até USD 6.400 por crime de crueldade contra animais.
A notícia é da Associated Press.
Vi no BlueBus.
Parece que a mobilizaçao online funcionou - a menina que apareceu em um vídeo cruelmente atirando filhotinhos no rio foi localizada pela polícia da Bósnia.
A movimentaçao online começou na comunidade do site 4chan e ganhou apoio do PETA, q ofereceu USD 2 mil para quem tivesse informaçoes que levassem à identificaçao da menina - nota anterior aqui.
Como ela ainda é menor de idade, os pais devem responder pela atitude da filha, podendo ser multados em até USD 6.400 por crime de crueldade contra animais.
A notícia é da Associated Press.
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
"Praça dos Cachorros" vira alvo de polêmica em SP
Mais uma vez a prefeitura de São Paulo regida pelo estúpido Kassab toma uma atitude arbitrária e sem consultar os reais frequentadores do ambiente. Eu costumo ir nessa praca e fiquei abismado com essa notícia.
Em São Paulo quase não temos espaço para que nossos cães corram e brinquem livremente, e o pouco que temos nos é tirado sem consulta alguma. Espero que esse abaixo assinado resolva, e vou procurar mais informações sobre ele. Assim que eu tiver novidades postarei.
Agora, uma pergunta...Porque esses aparelhos da terceira idade não são instalados no Parque Vila Lobos, que fica em frente? Essa praça fica em um bairro dominado pela classe AA, ou seja, o que é solicitado pelos moradores ao redor vira lei. Este é nosso Brasil. Esta é nossa cidade.
Área verde da City Boaçava onde donos de cães costumam deixar animais circularem sem coleira será transformada em espaço da terceira idade
Nataly Costa - O Estado de S.Paulo
Frequentada por donos de cães que gostam de deixar o animal circular sem coleira, a Praça Amundsen, na zona oeste de São Paulo, será transformada em espaço para a terceira idade. A iniciativa é da Sociedade Amigos do Bairro City Boaçava (SAB). No último fim de semana, os visitantes foram surpreendidos pela Guarda Civil Metropolitana (GCM) na entrada da praça informando que cachorros só circularão com guia.
A medida atende a determinação da Lei Municipal 13.131/01, que estabelece a obrigatoriedade da guia para todo animal conduzido em local público. Os frequentadores, porém, defendem a vocação "cachorreira" do lugar, que já é conhecido informalmente como "Praça dos Cachorros" e, por ser cercado de grades, ofereceria mais segurança para o passeio.
"Aquele sempre foi um lugar de convivência canina e as pessoas sabem disso. Que se criem espaços para idosos, mas sem mudar a orientação do que já está lá", afirma a apresentadora de TV Penélope Nova, que mora no Sumaré e leva suas cinco cachorras para brincar diariamente na praça.
Portas fechadas. Desde o último sábado, três das quatro entradas da praça estão fechadas. No único portão lateral aberto, placas recém-instaladas indicam que aquela, agora, é a Praça da Longevidade, "espaço dedicado aos idosos para relaxar, meditar e se exercitar". A Subprefeitura de Pinheiros vai doar para a SAB equipamentos de ginástica especiais para a terceira idade.
A subprefeitura informou também que a presença da GCM foi solicitada pela associação de moradores para "orientar os donos de animais a utilizar os equipamentos". A previsão é instalar os aparelhos até o próximo mês.
Para a moradora do Alto de Pinheiros, a artista plástica Sônia Heloísa Müller, de 66 anos, a decisão foi feita de maneira arbitrária. "Faltou comunicação. De uma hora para outra, quem vinha com cachorro solto teve de voltar da porta porque se sentiu reprimido", conta.
Sônia considera-se parte dos dois grupos - os idosos e os que têm cachorro. "Esse praça não é boa para a terceira idade: é desnivelada, não tem banheiro, bebedouro ou pronto-socorro. O Villa-Lobos tem tudo isso", diz, referindo-se ao maior parque do bairro, na frente da Amundsen.
Medo. O diretor de Urbanismo da SAB, Sérgio Giannini, avisa que não existe autorização legal para que o lugar seja utilizado como reduto canino. "Alguns sites na internet até indicam como "praça para cachorro". Infelizmente, já recebemos reclamações de pessoas que se sentem ameaçadas, até já foram mordidas, mas nada grave."
A polêmica mobilizou a empresária Camila Masetti, de 23 anos, que está reunindo assinaturas em favor dos cachorros sem coleira na Praça Amundsen. Uma das propostas da petição que será entregue à Prefeitura é que os aparelhos de ginásticas sejam colocados na praça vizinha, a Barão Pinto Lima, onde já existe um playground para crianças e o terreno é mais plano.
No dia da visita do Estado, a Praça Barão Pinto Lima estava repleta de idosos fazendo caminhada, entre eles o casal Leonor Maria Jorge e Jamil Jorge, de 67 e 76 anos, respectivamente. "Sou contra cachorro solto. Se essa outra praça tiver estrutura para terceira idade, podemos até ir lá para conhecer", conta Leonor, que mora nos Jardins, zona sul, mas frequenta a casa da filha em City Boaçava.
Giannini não sabe precisar quais os critérios de escolha da nova Praça da Longevidade. A presidente da SAB, Silvia Maria Padin, não comentou o assunto.
Reação
PENÉLOPE NOVA
APRESENTADORA DE TV
"É meu lugar preferido em SP. Saio todos os dias da minha casa, a uns 5 km da praça, para andar com minhas cachorras lá. O cão tem uma experiência diferente quando fica solto, ele precisa desse espaço. Não conheço outro lugar assim na cidade"
Fonte: Estadão
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Cachorro é jogado no rio Tietê pelo “tutor” em SP
Leiam esta notícia (peguei no site da ANDA) e observem como o ser humano (não generalizando, é claro) está cada dia pior. Como uma pessoa consegue fazer isso com um bicho que não tem como se defender?
Bom, pra falar a verdade, não fico surpreso. Se estão fazendo isso hoje em dia com os próprios filhos, o que pensar de "um simples animal"... Muitas vezes bate uma vergonha de nossos "irmãos" homens. Ultimamente mais que somente "muitas vezes"....
por: Mariana Albano
ma_albano@yahoo.com.br
Gostaria de compartilhar com vocês algo que aconteceu comigo hoje pela manhã.
Eu estava indo ao trabalho como todas as manhãs e pelo mesmo caminho quando passei em uma ponte (em cima do rio Tietê) e vi um cachorro no rio. Parei meu carro e fui correndo ver o que tinha acontecido. Um homem (na verdade, deve ser chamado de monstro e não de homem) tinha jogado o cachorro lá. Eu disse a ele que aquilo era crime e que o cachorro estava sendo levado pela correnteza e morreria de frio. Ele disse que era para o cachorro morrer mesmo. Que o cachorro “era dele e ele fazia o que quiser”. Falou ainda que tem outros cinco cachorros e que ele sabia como cuidar. Eu discuti muito com ele e quando peguei o telefone para chamar a polícia ele ameaçou me bater. Eu o encarei e continuei chamando a polícia. Enquanto isso ele, fugiu de bicicleta.
Num primeiro momento, a atendente da polícia não quis me ouvir. Disse que eu deveria chamar o departamento de zoonoses da cidade. Eu insisti com ela, disse que havia ocorrido um crime previsto por Lei Federal e ela tinha que resolver a situação. Ela mandou uma viatura. Enquanto isso, chamei os bombeiros para tirar o pobre do rio. Tentei chegar próxima da margem através do muro de uma fábrica, mas a pessoa que me atendeu na porta disse que eu não poderia entrar, que aquilo era uma propriedade privada. Eu, às lágrimas, disse que entendia, mas precisava resgatar o cachorro que iria morrer.Perguntei se ele preferia isso a me deixar entrar. Ele disse que sim. Meu Deus mais um monstro!!!
Foto: Divulgação
Enfim, o cachorro conseguiu chegar à margem mas não tinha por onde sair de lá. Tentei acalmá-lo de cima da ponte enquanto aguardava os bombeiros, que logo chegaram. Três bombeiros ajudaram no resgate. Um deles desceu por uma corda até a margem do rio e muito gentilmente conseguiu atrair o cachorro, que estava extremamente abalado. Amarraram o cachorro pela corda e conseguiram subi-lo até a ponte. Excelente trabalho desses profissionais!
Os policiais também fizeram um bom trabalho e anotaram a descrição do crimimonos para tentar localizá-lo.
Enquanto isso, eu consegui entrar em contato com o José Roberto, delegado da Delegacia Regional de Proteção do Alto Tietê, que está localizado em Mogi das Cruzes. Em cinco minutos, ele veio ao local me atender. Tiramos fotos do pobrezinho no local e ele entrou em contato com todos os jornais e emissoras da cidade para divulgarem o caso. Todos retornaram interessados, inclusive a afiliada da TV Globo da cidade. Fiquei muito feliz em ver o trabalho do delegado e da UIPA.
Vou fazer de tudo para divulgar esse caso na cidade e assim evitar que crimes como esse ocorram novamente. A população precisa entender a gravidade desse assunto, atuando como agentes de proteção e não sendo coniventes ou se omitindo a assumir sua responsabilidade.
Agradeço a Deus por ter me colocado naquela hora naquele lugar.
Hoje salvamos a vida de um peludo!
Ainda não sei o que faremos com ele. Nesse momento, ele está na casa da minha mãe e receberá muito amor e alimentação para se recuperar desse trauma (ele está muito magro, provavelmente não recebia comida na casa do monstro!). Depois tentaremos encontrar um lar para ele.
Que essa história sirva de motivação para continuarmos na nossa luta. Com certeza ela vale muito a pena!
Bom, pra falar a verdade, não fico surpreso. Se estão fazendo isso hoje em dia com os próprios filhos, o que pensar de "um simples animal"... Muitas vezes bate uma vergonha de nossos "irmãos" homens. Ultimamente mais que somente "muitas vezes"....
por: Mariana Albano
ma_albano@yahoo.com.br
Gostaria de compartilhar com vocês algo que aconteceu comigo hoje pela manhã.
Eu estava indo ao trabalho como todas as manhãs e pelo mesmo caminho quando passei em uma ponte (em cima do rio Tietê) e vi um cachorro no rio. Parei meu carro e fui correndo ver o que tinha acontecido. Um homem (na verdade, deve ser chamado de monstro e não de homem) tinha jogado o cachorro lá. Eu disse a ele que aquilo era crime e que o cachorro estava sendo levado pela correnteza e morreria de frio. Ele disse que era para o cachorro morrer mesmo. Que o cachorro “era dele e ele fazia o que quiser”. Falou ainda que tem outros cinco cachorros e que ele sabia como cuidar. Eu discuti muito com ele e quando peguei o telefone para chamar a polícia ele ameaçou me bater. Eu o encarei e continuei chamando a polícia. Enquanto isso ele, fugiu de bicicleta.
Num primeiro momento, a atendente da polícia não quis me ouvir. Disse que eu deveria chamar o departamento de zoonoses da cidade. Eu insisti com ela, disse que havia ocorrido um crime previsto por Lei Federal e ela tinha que resolver a situação. Ela mandou uma viatura. Enquanto isso, chamei os bombeiros para tirar o pobre do rio. Tentei chegar próxima da margem através do muro de uma fábrica, mas a pessoa que me atendeu na porta disse que eu não poderia entrar, que aquilo era uma propriedade privada. Eu, às lágrimas, disse que entendia, mas precisava resgatar o cachorro que iria morrer.Perguntei se ele preferia isso a me deixar entrar. Ele disse que sim. Meu Deus mais um monstro!!!
Foto: Divulgação
Enfim, o cachorro conseguiu chegar à margem mas não tinha por onde sair de lá. Tentei acalmá-lo de cima da ponte enquanto aguardava os bombeiros, que logo chegaram. Três bombeiros ajudaram no resgate. Um deles desceu por uma corda até a margem do rio e muito gentilmente conseguiu atrair o cachorro, que estava extremamente abalado. Amarraram o cachorro pela corda e conseguiram subi-lo até a ponte. Excelente trabalho desses profissionais!
Os policiais também fizeram um bom trabalho e anotaram a descrição do crimimonos para tentar localizá-lo.
Enquanto isso, eu consegui entrar em contato com o José Roberto, delegado da Delegacia Regional de Proteção do Alto Tietê, que está localizado em Mogi das Cruzes. Em cinco minutos, ele veio ao local me atender. Tiramos fotos do pobrezinho no local e ele entrou em contato com todos os jornais e emissoras da cidade para divulgarem o caso. Todos retornaram interessados, inclusive a afiliada da TV Globo da cidade. Fiquei muito feliz em ver o trabalho do delegado e da UIPA.
Vou fazer de tudo para divulgar esse caso na cidade e assim evitar que crimes como esse ocorram novamente. A população precisa entender a gravidade desse assunto, atuando como agentes de proteção e não sendo coniventes ou se omitindo a assumir sua responsabilidade.
Agradeço a Deus por ter me colocado naquela hora naquele lugar.
Hoje salvamos a vida de um peludo!
Ainda não sei o que faremos com ele. Nesse momento, ele está na casa da minha mãe e receberá muito amor e alimentação para se recuperar desse trauma (ele está muito magro, provavelmente não recebia comida na casa do monstro!). Depois tentaremos encontrar um lar para ele.
Que essa história sirva de motivação para continuarmos na nossa luta. Com certeza ela vale muito a pena!
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Secretaria decide suspender vacinação contra raiva em SP
Conforme noticiado hoje na internet, a Secretaria de Estado da Saúde decidiu nesta quinta-feira (19) suspender a campanha de vacinação antirrábica de cães e gatos, que teve início na capital na segunda-feira (16).
Foram registrados sete casos de choque anafilático, a reação mais grave, em animais vacinados, dos quais seis morreram, sendo quatro gatos e dois cães. Em São Paulo, mais de 121 mil animais já foram imunizados. Entre os dias 16 e 17, foram notificados 567 casos de reações adversas, sendo que 38% foram eventos considerados graves pela secretaria, como prostração, anorexia, dificuldade respiratória, convulsões e hemorragias.
A maior parte das reações tem sido observada em gatos e em cães de pequeno porte (até 6,5 kg de peso). Em São Paulo, 85,3% das reações adversas foram em gatos vacinados nos dias 16 e 17.
Pessoal, muito cuidado e precaução com campanhas de vacinação de rua e vacinas compradas em lugares duvidosos. Meu primeiro cachorro adoeceu, segundo os veterináriso que cuidaram da sua eutanásia, deido a uma vacina vencida que ele tomou, e que eu havia comprado em um lugar de renome, que prefiro não citar no post, pois já faz muito tempo.
Foram registrados sete casos de choque anafilático, a reação mais grave, em animais vacinados, dos quais seis morreram, sendo quatro gatos e dois cães. Em São Paulo, mais de 121 mil animais já foram imunizados. Entre os dias 16 e 17, foram notificados 567 casos de reações adversas, sendo que 38% foram eventos considerados graves pela secretaria, como prostração, anorexia, dificuldade respiratória, convulsões e hemorragias.
A maior parte das reações tem sido observada em gatos e em cães de pequeno porte (até 6,5 kg de peso). Em São Paulo, 85,3% das reações adversas foram em gatos vacinados nos dias 16 e 17.
Pessoal, muito cuidado e precaução com campanhas de vacinação de rua e vacinas compradas em lugares duvidosos. Meu primeiro cachorro adoeceu, segundo os veterináriso que cuidaram da sua eutanásia, deido a uma vacina vencida que ele tomou, e que eu havia comprado em um lugar de renome, que prefiro não citar no post, pois já faz muito tempo.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
"Protetores" bancam hotel para cães resgatados nas ruas de SP
Cada vez mais temos menos espaço em nossas casas para abrigar os animais abandonados e que perambulam pela ruas de nossa cidade. Mas como eu sempre falo aos meus amigos, cada um ajuda do jeito que pode, e isso é o mais importante.
Cliquem na imagem abaixo e vejam que matéria bacana que saiu no G1 sobre os protetores que ajudam da sua maneira!
Fonte: G1
Cliquem na imagem abaixo e vejam que matéria bacana que saiu no G1 sobre os protetores que ajudam da sua maneira!
Fonte: G1
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Cães sem raça são protagonistas de filme que estréia em outubro
Além do longa-metragem, projeto conta ainda com a publicação de um livro, que retrata a vida dos cachorros de rua, incentivando a responsabilidade social.
Vistos com certo preconceito pela sociedade, os chamados "SRD-SEM RAÇA DEFINIDA ou VIRA LATAS" têm alcançado cada vez mais espaço na sociedade. Mas os esforços de abrigos e centros de adoção ainda não são suficientes para mudar a realidade de milhares de ANIMAIS que ainda vivem pelas ruas do Brasil e do mundo.
A educação NO SENTIDO DE COINCENTIZAR AS PESSOAS é uma das melhores formas de informá-las sobre a importância de cuidarmos desses fiéis amigos. Um dos muitos colaboradores DESTA COINCENTIZAÇÃO é o publicitário Tiago Ferigoli.
Tiago Ferigoli, além de assinar as fotografias da obra "VIRA-LATAS – Os Verdadeiros Cães de Raça", lançado em 2009, também é diretor de um documentário de mesmo nome, um longa-metragem que estréia em outubro de 2010.
O filme traz depoimentos de personalidades como Ronnie Von (cantor e apresentador do programa Todo Seu / Tv Gazeta), Heródoto Barbeiro (jornalista) e Danilo Gentili (comediante e repórter do CQC / Tv Bandeirantes), além de outros profissionais que contam sua experiência com cães que vivem em rua.
"Apesar das filmagens terem ocorrido em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas e São José dos Campos, um dos objetivos foi não caracterizar nenhuma região, já que a realidade de cães de rua está presente em todo o Brasil e mundo(…). As cidades serviram como plano de fundo para uma mensagem muito maior, uma mensagem de cidadania, de responsabilidade social", comenta Ferigoli.
O projeto
O diretor conta que sempre teve contato com cães e, que, sabe muito bem o quanto estes 'fiéis amigos' nos ensinam, mas foi apenas depois de desenvolver o PROJETO VIRA LATA que seu olhar se expandiu. “Agora entendo o quanto estamos todos interligados. Só quando entramos em contato com estes cães é que compreendemos o significado de vira-latas(…).Vira-lata significa estar abandonado, ter que lutar para sobreviver, sofrer de preconceito. Não tem a ver com a raça do animal, a não ser a raça pela sobrevivência”, relata ele.
Ferigoli destaca que ao compreender o que é ser vira-lata, é possível aplicar o termo a questões que muitos seres humanos passam no dia a dia. Ou seja, ao tomar consciência do universo em que vivem os cachorros de rua, de certa forma, nós compreendemos a situação de pessoas desamparadas.
Segundo o diretor, assim como muitos que moram nas ruas, o cão não está lá por que ele quer, mas o "é resultado do que nós fizemos e ainda fazemos, direta ou indiretamente, seja no trabalho, na educação que damos aos nossos filhos ou no respeito que temos pelo próximo".
Vira-Latas – Os Verdadeiros Cães de Raça
Lançamento: outubro de 2010
Direção: Tiago Ferigoli
Duração: aprox. 60 min.
Elenco: Heródoto Barbeiro, Danilo Gentili, Ronnie Von
Site: www.vira-latas.com
Fonte: Portal da Cinofilia
Vistos com certo preconceito pela sociedade, os chamados "SRD-SEM RAÇA DEFINIDA ou VIRA LATAS" têm alcançado cada vez mais espaço na sociedade. Mas os esforços de abrigos e centros de adoção ainda não são suficientes para mudar a realidade de milhares de ANIMAIS que ainda vivem pelas ruas do Brasil e do mundo.
A educação NO SENTIDO DE COINCENTIZAR AS PESSOAS é uma das melhores formas de informá-las sobre a importância de cuidarmos desses fiéis amigos. Um dos muitos colaboradores DESTA COINCENTIZAÇÃO é o publicitário Tiago Ferigoli.
Tiago Ferigoli, além de assinar as fotografias da obra "VIRA-LATAS – Os Verdadeiros Cães de Raça", lançado em 2009, também é diretor de um documentário de mesmo nome, um longa-metragem que estréia em outubro de 2010.
O filme traz depoimentos de personalidades como Ronnie Von (cantor e apresentador do programa Todo Seu / Tv Gazeta), Heródoto Barbeiro (jornalista) e Danilo Gentili (comediante e repórter do CQC / Tv Bandeirantes), além de outros profissionais que contam sua experiência com cães que vivem em rua.
"Apesar das filmagens terem ocorrido em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas e São José dos Campos, um dos objetivos foi não caracterizar nenhuma região, já que a realidade de cães de rua está presente em todo o Brasil e mundo(…). As cidades serviram como plano de fundo para uma mensagem muito maior, uma mensagem de cidadania, de responsabilidade social", comenta Ferigoli.
O projeto
O diretor conta que sempre teve contato com cães e, que, sabe muito bem o quanto estes 'fiéis amigos' nos ensinam, mas foi apenas depois de desenvolver o PROJETO VIRA LATA que seu olhar se expandiu. “Agora entendo o quanto estamos todos interligados. Só quando entramos em contato com estes cães é que compreendemos o significado de vira-latas(…).Vira-lata significa estar abandonado, ter que lutar para sobreviver, sofrer de preconceito. Não tem a ver com a raça do animal, a não ser a raça pela sobrevivência”, relata ele.
Ferigoli destaca que ao compreender o que é ser vira-lata, é possível aplicar o termo a questões que muitos seres humanos passam no dia a dia. Ou seja, ao tomar consciência do universo em que vivem os cachorros de rua, de certa forma, nós compreendemos a situação de pessoas desamparadas.
Segundo o diretor, assim como muitos que moram nas ruas, o cão não está lá por que ele quer, mas o "é resultado do que nós fizemos e ainda fazemos, direta ou indiretamente, seja no trabalho, na educação que damos aos nossos filhos ou no respeito que temos pelo próximo".
Vira-Latas – Os Verdadeiros Cães de Raça
Lançamento: outubro de 2010
Direção: Tiago Ferigoli
Duração: aprox. 60 min.
Elenco: Heródoto Barbeiro, Danilo Gentili, Ronnie Von
Site: www.vira-latas.com
Fonte: Portal da Cinofilia
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
Cadela volta do Iraque com estresse pós-traumático
Gina, uma pastora-alemã, tinha dois anos de idade quando foi para o Iraque como uma das melhores cadelas farejadoras de bomba do exército americano. No ano passado, ela voltou para casa, no Estado do Colorado, triste e com medo. Gina se escondia debaixo dos móveis e evitava o contato social. Um veterinário do exército diagnosticou então que Gina estava com estresse pós-traumático, um problema que pode atingir tanto humanos quanto cães. “Ela tinha pavor de todos”, disse Eric Haynes, do canil de uma base da Força Aérea americana onde Gina morava. Um ano depois, ela está se recuperando. Caminhadas frequentes entre amigos e uma reintrodução gradual no universo militar fez com que Gina superasse seus medos, segundo Haynes. Ele descreve o progresso da cadelinha como extraordinário. Os veterinários esperam que ela esteja totalmente recuperada em breve.
Fonte: Revista Época
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Notícia triste: Morre cão que percorreu 60 km para retornar ao antigo lar
Você lembram do post(clique e leia) sobre o cachorrinho que andou 60km para retornar ao antigo lar? Então.. infelizmente ele morreu... a notícia eu vi no site G1 .
Fred estava com anemia e suspeita de doença provocada por carrapatos.
Ele andou durante um ano e meio até chegar à casa que vivia em Jeriquara.
O cão Fred, que virou notícia após percorrer 60 km durante um ano e meio e retornar ao seu antigo lar, em Jeriquara, a 439 km da capital paulista, morreu na madrugada desta sexta-feira (30) no hospital veterinário da Universidade de Franca, segundo os proprietários do animal. O cachorro estava com anemia e suspeita de erliquiose, doença provocada por carrapatos. Segundo o dono do cachorro, Edson Soares, o corpo de Fred ainda passará por uma autópsia.
Fred vinha recebido, desde terça-feira (27), medicamentos e soro. Segundo a diretora do curso de veterinária da universidade, Antonella Cristina Jacinto, alguns donos levaram seus cães para doar sangue para Fred, mas todos eram de porte pequeno.
O cão havia sido doado para uma família de Franca, mas percorreu 60 km e retornou ao seu antigo lar. Nem a comida farta e a companhia de outro cão na nova casa o agradaram e, em apenas três dias, ele pulou a grade e fugiu pelo portão que estava aberto. Ninguém teve notícias do vira-lata durante um ano e meio, até que ele reapareceu na sua antiga casa.
Fred estava com anemia e suspeita de doença provocada por carrapatos.
Ele andou durante um ano e meio até chegar à casa que vivia em Jeriquara.
O cão Fred, que virou notícia após percorrer 60 km durante um ano e meio e retornar ao seu antigo lar, em Jeriquara, a 439 km da capital paulista, morreu na madrugada desta sexta-feira (30) no hospital veterinário da Universidade de Franca, segundo os proprietários do animal. O cachorro estava com anemia e suspeita de erliquiose, doença provocada por carrapatos. Segundo o dono do cachorro, Edson Soares, o corpo de Fred ainda passará por uma autópsia.
Fred vinha recebido, desde terça-feira (27), medicamentos e soro. Segundo a diretora do curso de veterinária da universidade, Antonella Cristina Jacinto, alguns donos levaram seus cães para doar sangue para Fred, mas todos eram de porte pequeno.
O cão havia sido doado para uma família de Franca, mas percorreu 60 km e retornou ao seu antigo lar. Nem a comida farta e a companhia de outro cão na nova casa o agradaram e, em apenas três dias, ele pulou a grade e fugiu pelo portão que estava aberto. Ninguém teve notícias do vira-lata durante um ano e meio, até que ele reapareceu na sua antiga casa.
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Terapia Aquática Animal
A hidroterapia é extremamente eficaz no tratamento de doenças músculo-esqueléticas em cães. Os cães que sofrem a dor exercendo sobre a terra pode desenvolver a força ea aptidão muito mais confortável em um ambiente quente imponderabilidade. A natação não é apenas uma ótima maneira de aliviar a dor, inchaço e rigidez, ele promove o relaxamento e ajuda a construir a aptidão cardiovascular e força.
Condições que respondem a hidrelétrica incluem:
• Artrite
• ruptura do ligamento cruzado
• Displasia da anca
• Problemas da Coluna Vertebral
• A lesão do nervo
• desgaste muscular
• Obesidade
• Fraqueza, paralisia condições • Cardiovascular
• Condições relacionadas à idade
Seu cão não precisa ter uma condição médica para desfrutar de hidromassagem. A natação pode ser para se divertir e fitness também!
Fonte: Aquanews
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Militar resgata filhote de cão chutado como bola no Afeganistão
Dono do cachorro, de apenas alguns dias, havia pedido a crianças para matá-lo.
Um filhote de cachorro com apenas alguns dias de vida foi resgatado por uma militar britânica no Afeganistão que o viu ser chutado como uma bola de futebol por um grupo de crianças.
Segundo a médica militar Sarah Marriott, de 30 anos, o cão era do tamanho de sua mão quando ela o resgatou, há seis meses, durante uma patrulha a pé na província de Hellmand.
Ela diz que o dono do filhote havia pedido aos meninos que o afogassem, porque ele não o queria. Em sua descrição, as crianças tratavam o cachorro como um brinquedo.
A soldado diz que quando o encontrou, o cão estava em um estado tão precário que ela achou que ele não conseguiria sobreviver.
Marriott levou o cão à sua base e conseguiu recuperá-lo graças a uma dieta de mingau de aveia e apresuntado enlatado, além de muito carinho.
Transporte
Após seis meses de tratamento, ela conseguiu que a organização de proteção dos animais Nowzad Dogs o transportasse de avião para a Grã-Bretanha.
O filhote foi batizado de Reorg, que é um jargão militar para descrever uma sessão de análise de uma operação após sua execução.
Reorg foi levado à Grã-Bretanha no compartimento de carga de um avião, ao custo de 3.500 libras (cerca de R$ 9.600) e está em quarentena em um canil na região de Devon, no oeste do país.
Assim que o cachorro for liberado da quarentena, Marriott pretende entregá-lo a parentes para que cuidem dele.
Fonte: G1
Um filhote de cachorro com apenas alguns dias de vida foi resgatado por uma militar britânica no Afeganistão que o viu ser chutado como uma bola de futebol por um grupo de crianças.
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| Segundo a médica Sarah Marriott, o cão era do tamanho de sua mão quando ela resgatou (Foto: Nowzad Dogs/BBC ) |
Segundo a médica militar Sarah Marriott, de 30 anos, o cão era do tamanho de sua mão quando ela o resgatou, há seis meses, durante uma patrulha a pé na província de Hellmand.
Ela diz que o dono do filhote havia pedido aos meninos que o afogassem, porque ele não o queria. Em sua descrição, as crianças tratavam o cachorro como um brinquedo.
A soldado diz que quando o encontrou, o cão estava em um estado tão precário que ela achou que ele não conseguiria sobreviver.
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| Reorg se recuperou com uma dieta de mingau de aveia e apresuntado (Foto: Nowzad Dogs/BBC) |
Marriott levou o cão à sua base e conseguiu recuperá-lo graças a uma dieta de mingau de aveia e apresuntado enlatado, além de muito carinho.
Transporte
Após seis meses de tratamento, ela conseguiu que a organização de proteção dos animais Nowzad Dogs o transportasse de avião para a Grã-Bretanha.
O filhote foi batizado de Reorg, que é um jargão militar para descrever uma sessão de análise de uma operação após sua execução.
Reorg foi levado à Grã-Bretanha no compartimento de carga de um avião, ao custo de 3.500 libras (cerca de R$ 9.600) e está em quarentena em um canil na região de Devon, no oeste do país.
Assim que o cachorro for liberado da quarentena, Marriott pretende entregá-lo a parentes para que cuidem dele.
Fonte: G1
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terça-feira, 27 de julho de 2010
Donos levam cachorros para fazer trilha de 5 km em Paranapiacaba
Com três piercings, Leca só pode brincar livremente quando vai ao parque Villa-Lobos (zona oeste de SP).
Mas, no último sábado, foi diferente: corria para lá e para cá, ao lado de 25 novos amigos. Enfiou-se na lama, nadou num lago gelado, entrou no mato e aprontou várias -tudo sob os olhares atentos da dona, a professora Marcela Kroger, 31.
Leca, uma beagle de dois anos e meio, nunca tinha se divertido tanto. "Nós duas adoramos aventura", diz Marcela, sobre o Pet's Adventure, passeio que juntou humanos e cachorros numa trilha de cinco quilômetros em Paranapiacaba, em Santo André (Grande SP).
O evento, que custou R$ 60 por humano e R$ 35 por animal, é feito pelo Turismo 4 Patas, portal que oferece passeios e viagens com cães.
Em sua segunda edição, o Pet's Adventure juntou 34 pessoas. Dessas, 29 eram mulheres -situação comum nos passeios com cães, segundo Larissa Rios, dona do portal.
Para a adestradora Patricia Benedetti, 35, há uma explicação: "Mulheres cuidam de seus bichos mais como filhos que os homens". Segundo ela, que foi ao passeio, "homens não pensam tanto que cachorro se diverte."
Além do Pet's Adventure, o portal organiza passeios como o Fim de Semana Radicão, que leva humanos e cães para praticar rafting (www.turismo4patas.com.br).
Veja galeria de imagens
Fonte: Folha.com
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
Creches para cachorros
Uma idéia bem bacana... uma alternativa para não deixarmos nossos cães muito sozinhos!
Eu acho que até já existe isso no Brasil, mas o valor é muuuuuito maior que nos EUA!
Cliquem no link e vejam o vídeo da matéria!
http://video.br.msn.com/watch/video/filhote-de-estimacao/kpi6pm6m
Eu acho que até já existe isso no Brasil, mas o valor é muuuuuito maior que nos EUA!
Cliquem no link e vejam o vídeo da matéria!
http://video.br.msn.com/watch/video/filhote-de-estimacao/kpi6pm6m
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
Vira-lata percorre 60 km e, após um ano e meio, retorna ao antigo lar
Essa notícia é bem bacana! Realmente o bom filho a casa torna!
Fred estava em Franca, mas pegou estrada e está de volta a Jeriquara
Um vira-lata percorreu 60 km, durante um ano e meio, e retornou para o antigo lar. Esta é a fantástica história de Fred, um cãozinho travesso que havia sido doado para uma família de Franca. Mas, persistente, ele pegou estrada e está de volta a Jeriquara.
Em Franca, Fred logo mostrou que não se sentia em casa. Nem a comida farta e a companhia de outro cão o agradaram. Tanto é que em apenas três dias pulou a grade e não pensou duas vezes quando viu o portão aberto. Ninguém teve notícias do vira-lata durante um ano e meio, até que ele reapareceu na sua antiga casa.
Clique aqui e veja o vídeo da matéria!
O cão está mais magro, mas aparentemente aliviado por ter voltado para casa. Apesar de mais fraquinho, Fred continua esperto. Vez ou outra perambula pelas ruas, mas sempre volta. Nem que seja na marra.
Uma das explicações para o retorno de Fred é que o animal tem uma memória cerca de 40 vezes melhor do que os humanos para sons e cheiros.
Fonte: EPTV
Fred estava em Franca, mas pegou estrada e está de volta a Jeriquara
Um vira-lata percorreu 60 km, durante um ano e meio, e retornou para o antigo lar. Esta é a fantástica história de Fred, um cãozinho travesso que havia sido doado para uma família de Franca. Mas, persistente, ele pegou estrada e está de volta a Jeriquara.
Em Franca, Fred logo mostrou que não se sentia em casa. Nem a comida farta e a companhia de outro cão o agradaram. Tanto é que em apenas três dias pulou a grade e não pensou duas vezes quando viu o portão aberto. Ninguém teve notícias do vira-lata durante um ano e meio, até que ele reapareceu na sua antiga casa.
Clique aqui e veja o vídeo da matéria!
O cão está mais magro, mas aparentemente aliviado por ter voltado para casa. Apesar de mais fraquinho, Fred continua esperto. Vez ou outra perambula pelas ruas, mas sempre volta. Nem que seja na marra.
Uma das explicações para o retorno de Fred é que o animal tem uma memória cerca de 40 vezes melhor do que os humanos para sons e cheiros.
Fonte: EPTV
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terça-feira, 13 de julho de 2010
Cães e gatos também sofrem com o tempo seco em SP
Animais domésticos têm de receber até inalação em alguns casos. Número de casos em hospital veterinário aumentou quase 20%.
(Foto: Divulgação/Hospital Veterinário Sena Madureira)
A escassez de chuvas em São Paulo também prejudica cães e gatos. Com a baixa umidade do ar, as vias respiratórias dos animais ficam irritadas e o acúmulo de secreções é ainda maior: alguns deles precisam receber inalação para se manter saudáveis. Animais recém-nascidos, idosos e que já convivem com doenças respiratórias – como asma e pneumonia – precisam de atenção nessa época do ano.
"É importante que eles bebam bastante água. Em alguns casos, recomenda-se até que o proprietário ligue um umidificador", diz Fernanda Fragata, diretora clínica do Hospital Veterinário Sena Madureira. Segundo ela, foram registrados mais casos na última semana. "O aumento gira em torno de 18%." Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), deve chover nesta terça (13), o que deve amenizar o impacto do tempo seco, aumentando a umidade do ar.
Fonte: G1
(Foto: Divulgação/Hospital Veterinário Sena Madureira)
A escassez de chuvas em São Paulo também prejudica cães e gatos. Com a baixa umidade do ar, as vias respiratórias dos animais ficam irritadas e o acúmulo de secreções é ainda maior: alguns deles precisam receber inalação para se manter saudáveis. Animais recém-nascidos, idosos e que já convivem com doenças respiratórias – como asma e pneumonia – precisam de atenção nessa época do ano.
"É importante que eles bebam bastante água. Em alguns casos, recomenda-se até que o proprietário ligue um umidificador", diz Fernanda Fragata, diretora clínica do Hospital Veterinário Sena Madureira. Segundo ela, foram registrados mais casos na última semana. "O aumento gira em torno de 18%." Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), deve chover nesta terça (13), o que deve amenizar o impacto do tempo seco, aumentando a umidade do ar.
Fonte: G1
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
Vira-latas são os cães preferidos dos paulistanos
Eles não são puros e têm histórico de passagem pelas ruas. Seu nome é associado ao lixo e aparece no dicionário como sinônimo de "sem classe, sem vergonha". Ainda assim, e talvez com a ajuda de uma abanadinha de rabo, os vira-latas conseguiram driblar a má fama: estão na moda e fazem companhia a milhares de moradores da cidade, de todas as classes sociais.
Segundo uma pesquisa realizada pelo Datafolha, é esse o cão mais comum na casa das famílias paulistanas. O levantamento entrevistou 613 pessoas, numa amostra representativa da população de São Paulo com 16 anos ou mais.
Por ser fruto de uma mistura de raças, o vira-lata tem características muito mais variadas do que qualquer cachorro puro. Mas, na aparência física, é possível identificar um perfil médio: a maioria pesa de 10 kg a 20 kg, tem pelo curto e cor escura --é o pretinho básico, como chamam alguns protetores de animais.
Para o zootecnista e especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, autor do livro "Adestramento Inteligente" (ed. Saraiva; 240 págs., R$ 31,40, 2009), o porte médio ajuda a sobreviver nas ruas. "Ele não é tão grande a ponto de demandar muito alimento nem tão pequeno a ponto de ser indefeso em brigas e perder na competição com outros machos para cruzar", explica.
O comportamento também muda substancialmente de um vira-lata para o outro, mas aqueles que passaram pela rua costumam ser mais espertos do que os criados em casas ou apartamentos. "O animal que passou pela rua teve que se virar, ou não estaria vivo", diz o veterinário Wilson Grassi, diretor da Anclivepa (Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais) e gerente-executivo do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.
Segundo Alexandre Rossi, a mistura de raças costuma "produzir" um cão com competências mais equilibradas. Enquanto um animal puro pode ter mais aptidão para guarda e outro para companhia, por exemplo, o vira-lata teria uma média entre as habilidades --o que também o torna menos previsível, uma desvantagem na opinião de algumas pessoas.
A genética explica também por que os vira-latas, conhecidos como SRD (sem raça definida), são mais resistentes a doenças. Existem problemas de saúde determinados por genes recessivos, que devem estar presentes em dupla para que as complicações se manifestem.
Enquanto os animais mais puros têm mais tendência de portar os dois genes, estes acabam sendo "diluídos" com a mistura de raças.
Um problema que vem aumentando em cães de raça nos últimos cinco anos, por exemplo, é a alergia, segundo Roberto Monteleone, veterinário de pequenos animais há mais de 30 anos. "Há criadores que cruzam animais aparentados. Muitos nascem com imunodeficiência e pegam infecções com facilidade. No caso do vira-lata, há uma chance muito menor de que isso aconteça."
Outra explicação é a própria seleção natural. Quando o cachorro é de raça, acaba procriando mesmo não sendo muito saudável, pois recebe mais cuidados. Já na rua só procriam os vira-latas mais fortes, que sobrevivem às condições adversas e, por isso, geram filhotes mais resistentes.
Isso não quer dizer, no entanto, que eles precisem de menos cuidados do que um cão de raça. "Tem que vacinar, levar ao veterinário, dar boa alimentação. É um cão como outro qualquer", alerta Cida Lellis, presidente da ONG Clube dos Vira-Latas.
São Paulo
Segundo o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de São Paulo, há 2,5 milhões de cachorros domiciliados na cidade. O número vem crescendo, em média, 6% ao ano, e estima-se que, em 2020, atinja 4,5 milhões. Os dados são de uma pesquisa que vai virar livro, feita pela USP de 2007 a 2009 em parceria com o CCZ e com regionais de saúde. Foram visitados quase 12 mil domicílios.
O professor de veterinária Ricardo Dias, autor do estudo, diz que não surpreende saber que o SRD é o cão mais comum. "Vimos que só 26% dos cachorros foram comprados. O restante foi adotado", diz.
A adoção dos sem raça, aliás, está virando moda entre paulistanos de classes mais altas, e agora eles dividem espaço com primos "ricos" como poodles, lhasas e labradores. "Os animais de rua não ficam mais só na periferia. Temos visto muito mais vira-latas nos parques, junto com os cães de raça", afirma a veterinária Cíntia Tonelli, fundadora da ONG Vira-Lata É Dez.
Em 2003, quando foi criada, a entidade conseguia doar quatro cães por mês --hoje são cerca de 16. O problema é que eles também têm tido mais animais para recolher.
Desde 2008, não é mais permitido, no Estado de São Paulo, sacrificar animais apenas por estarem na rua -a eutanásia só pode ser feita em casos extremos, de doenças incuráveis ou infectocontagiosas. Os animais recolhidos pelo CCZ ficam disponíveis para adoção --são doados, em média, 50 por mês.
A ONG Clube dos Vira-Latas é outra que aumentou as doações: eram cerca de dez por mês há cinco anos e agora são entre 40 e 50. "As pessoas estão acordando para o problema dos animais abandonados na cidade e vendo que o bicho não precisa ser comprado e ter raça", diz Cida Lellis.
Mas os adotantes ainda procuram perfis específicos: filhotes, de porte pequeno, peludinhos e que não sejam pretos, justo o contrário da maioria dos cães que estão nos abrigos. Casais jovens, com ou sem filhos, são os adotantes mais comuns na cidade de São Paulo.
Fonte: Folha
Segundo uma pesquisa realizada pelo Datafolha, é esse o cão mais comum na casa das famílias paulistanas. O levantamento entrevistou 613 pessoas, numa amostra representativa da população de São Paulo com 16 anos ou mais.
Por ser fruto de uma mistura de raças, o vira-lata tem características muito mais variadas do que qualquer cachorro puro. Mas, na aparência física, é possível identificar um perfil médio: a maioria pesa de 10 kg a 20 kg, tem pelo curto e cor escura --é o pretinho básico, como chamam alguns protetores de animais.
Para o zootecnista e especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, autor do livro "Adestramento Inteligente" (ed. Saraiva; 240 págs., R$ 31,40, 2009), o porte médio ajuda a sobreviver nas ruas. "Ele não é tão grande a ponto de demandar muito alimento nem tão pequeno a ponto de ser indefeso em brigas e perder na competição com outros machos para cruzar", explica.
O comportamento também muda substancialmente de um vira-lata para o outro, mas aqueles que passaram pela rua costumam ser mais espertos do que os criados em casas ou apartamentos. "O animal que passou pela rua teve que se virar, ou não estaria vivo", diz o veterinário Wilson Grassi, diretor da Anclivepa (Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais) e gerente-executivo do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.
Segundo Alexandre Rossi, a mistura de raças costuma "produzir" um cão com competências mais equilibradas. Enquanto um animal puro pode ter mais aptidão para guarda e outro para companhia, por exemplo, o vira-lata teria uma média entre as habilidades --o que também o torna menos previsível, uma desvantagem na opinião de algumas pessoas.
A genética explica também por que os vira-latas, conhecidos como SRD (sem raça definida), são mais resistentes a doenças. Existem problemas de saúde determinados por genes recessivos, que devem estar presentes em dupla para que as complicações se manifestem.
Enquanto os animais mais puros têm mais tendência de portar os dois genes, estes acabam sendo "diluídos" com a mistura de raças.
Um problema que vem aumentando em cães de raça nos últimos cinco anos, por exemplo, é a alergia, segundo Roberto Monteleone, veterinário de pequenos animais há mais de 30 anos. "Há criadores que cruzam animais aparentados. Muitos nascem com imunodeficiência e pegam infecções com facilidade. No caso do vira-lata, há uma chance muito menor de que isso aconteça."
Outra explicação é a própria seleção natural. Quando o cachorro é de raça, acaba procriando mesmo não sendo muito saudável, pois recebe mais cuidados. Já na rua só procriam os vira-latas mais fortes, que sobrevivem às condições adversas e, por isso, geram filhotes mais resistentes.
Isso não quer dizer, no entanto, que eles precisem de menos cuidados do que um cão de raça. "Tem que vacinar, levar ao veterinário, dar boa alimentação. É um cão como outro qualquer", alerta Cida Lellis, presidente da ONG Clube dos Vira-Latas.
São Paulo
Segundo o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de São Paulo, há 2,5 milhões de cachorros domiciliados na cidade. O número vem crescendo, em média, 6% ao ano, e estima-se que, em 2020, atinja 4,5 milhões. Os dados são de uma pesquisa que vai virar livro, feita pela USP de 2007 a 2009 em parceria com o CCZ e com regionais de saúde. Foram visitados quase 12 mil domicílios.
O professor de veterinária Ricardo Dias, autor do estudo, diz que não surpreende saber que o SRD é o cão mais comum. "Vimos que só 26% dos cachorros foram comprados. O restante foi adotado", diz.
A adoção dos sem raça, aliás, está virando moda entre paulistanos de classes mais altas, e agora eles dividem espaço com primos "ricos" como poodles, lhasas e labradores. "Os animais de rua não ficam mais só na periferia. Temos visto muito mais vira-latas nos parques, junto com os cães de raça", afirma a veterinária Cíntia Tonelli, fundadora da ONG Vira-Lata É Dez.
Em 2003, quando foi criada, a entidade conseguia doar quatro cães por mês --hoje são cerca de 16. O problema é que eles também têm tido mais animais para recolher.
Desde 2008, não é mais permitido, no Estado de São Paulo, sacrificar animais apenas por estarem na rua -a eutanásia só pode ser feita em casos extremos, de doenças incuráveis ou infectocontagiosas. Os animais recolhidos pelo CCZ ficam disponíveis para adoção --são doados, em média, 50 por mês.
A ONG Clube dos Vira-Latas é outra que aumentou as doações: eram cerca de dez por mês há cinco anos e agora são entre 40 e 50. "As pessoas estão acordando para o problema dos animais abandonados na cidade e vendo que o bicho não precisa ser comprado e ter raça", diz Cida Lellis.
Mas os adotantes ainda procuram perfis específicos: filhotes, de porte pequeno, peludinhos e que não sejam pretos, justo o contrário da maioria dos cães que estão nos abrigos. Casais jovens, com ou sem filhos, são os adotantes mais comuns na cidade de São Paulo.
Fonte: Folha
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
Adestrador de cães é suspeito no caso Bruno
Se realmente for comprovado que um adestrador e criador de cães está envolvido no caso, e realmente deu carne humana para os animais se alimentarem, fica exposto o quanto temos que tomar cuidado ao comprar cães sem saber sua procedência.
Caso a pessoa não opte pela adoção (o que eu acho mais correto), é recomendável que visite o canil, conheça os donos e como os animais são criado e tratados. Não confie somente em "rostos simpáticos". Visite, cheque e confira a real situação dos criadores e filhotes.
http://extra.globo.com/geral/casodepolicia/posts/2010/07/08/bruno-eliza-adestrador-de-caes-suspeito-de-envolvimento-306532.asp
Caso a pessoa não opte pela adoção (o que eu acho mais correto), é recomendável que visite o canil, conheça os donos e como os animais são criado e tratados. Não confie somente em "rostos simpáticos". Visite, cheque e confira a real situação dos criadores e filhotes.
http://extra.globo.com/geral/casodepolicia/posts/2010/07/08/bruno-eliza-adestrador-de-caes-suspeito-de-envolvimento-306532.asp
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
Microchip salva cachorro de roubo em SP
Um novo tipo de ataque criminoso está acontecendo nas grandes capitais brasileiras. Ladrões furtam cães de raça, e dificilmente as famílias conseguem recuperá-los.
Muitas às vezes os cães são roubados por frestas de portões e quintais. Uma das vítimas foi a Sra. Maria S. C., 42 anos – que não quis ser identificada. Moradora da zona zul de São Paulo/SP, ela conta, ao Portal, que, ontem, dia 17.06, seu filhote da raça Yorkshire (Kiko), de 2 meses de vida, foi roubado dentro do quintal de sua residência. O cumplice do furto foi seu vizinho, que, em, nenhuma hipótese, queria devolvê-lo, alegando que o havia ganhado.
O ladrão só foi convencido a devolver o cãozinho para sua legítima dona quando a mesma lhe informou que o pequeno filhote tem ‘microchip’. “Eu disse para ele me devolver. Pois está michochipado e tenho como comprovar que eu sou a dona dele! Caso contrário, chamaria a polícia!”, diz Maria.
Qualquer caso de roubo ou furto, dese ser registrado a queixa na delegacia mais próxima. Mas dificilmente a polícia recupera o animal, porque não há como mobilizar equipes de investigação para procurar os cãezinhos. O melhor a ser feito é tomar cuidado e contar com o apoio da vizinhança. E lembrar que nenhum cão pode andar solto pela rua, sem guia e coleira.
Fonte: Portal da Cinofilia
Muitas às vezes os cães são roubados por frestas de portões e quintais. Uma das vítimas foi a Sra. Maria S. C., 42 anos – que não quis ser identificada. Moradora da zona zul de São Paulo/SP, ela conta, ao Portal, que, ontem, dia 17.06, seu filhote da raça Yorkshire (Kiko), de 2 meses de vida, foi roubado dentro do quintal de sua residência. O cumplice do furto foi seu vizinho, que, em, nenhuma hipótese, queria devolvê-lo, alegando que o havia ganhado.
O ladrão só foi convencido a devolver o cãozinho para sua legítima dona quando a mesma lhe informou que o pequeno filhote tem ‘microchip’. “Eu disse para ele me devolver. Pois está michochipado e tenho como comprovar que eu sou a dona dele! Caso contrário, chamaria a polícia!”, diz Maria.
Qualquer caso de roubo ou furto, dese ser registrado a queixa na delegacia mais próxima. Mas dificilmente a polícia recupera o animal, porque não há como mobilizar equipes de investigação para procurar os cãezinhos. O melhor a ser feito é tomar cuidado e contar com o apoio da vizinhança. E lembrar que nenhum cão pode andar solto pela rua, sem guia e coleira.
Fonte: Portal da Cinofilia
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sexta-feira, 11 de junho de 2010
Clínica dos EUA usa "cachorro-terapia" na reabilitação de pacientes
A Clínica Mayo, nos EUA, que atende a meio milhão de pacientes por ano, passou a usar a cachorro-terapia na reabilitação dos pacientes. Na verdade, o cachorro de uma das funcionárias tornou-se parte integrante da equipe. Dr. Jack, como é chamado o cachorrinho, faz de oito a dez consultas por dia. “É claro que quase todos os pacientes se ‘sentem’ melhor depois de uma visita de um cachorro como Jack”, diz o médico Brent Bauer, do Departamento de Medicina Complementar e Integrativa da Mayo.
Estudos comprovam que a cachorro-terapia reduz a dor nas crianças, melhora adultos com insuficiência cardíaca e reduz os medicamentos em idosos. Por conta do sucesso da cachorro-terapia, a Clínica Mayo lançou um livro infantil, falando das aventuras do cachorro pinscher dentro do centro médico. Além do livro, o doutor Edward Creagan, do Departamento de Oncologia, realizou o ensaio “Dimensão da Cura por Animais de Estimação”, que se tornou o alicerce do livro infantil.
Fonte: UOL
Estudos comprovam que a cachorro-terapia reduz a dor nas crianças, melhora adultos com insuficiência cardíaca e reduz os medicamentos em idosos. Por conta do sucesso da cachorro-terapia, a Clínica Mayo lançou um livro infantil, falando das aventuras do cachorro pinscher dentro do centro médico. Além do livro, o doutor Edward Creagan, do Departamento de Oncologia, realizou o ensaio “Dimensão da Cura por Animais de Estimação”, que se tornou o alicerce do livro infantil.
Fonte: UOL
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terça-feira, 8 de junho de 2010
PEDIGREE® Adotar é tudo de bom patrocina mostra “práCACHORRO”.
Promovida pela Matilha Cultural, a exposição traz uma programação especial para os cães e reforça a importância da guarda responsável de animais.
Entre 8 de junho e 3 de julho, PEDIGREE® Adotar é tudo de bom se engaja em mais uma causa em favor dos cães abandonados. Esse é o período em que acontece a mostra práCACHORRO, promovida pela Matilha Cultural, entidade sem fins lucrativos que, desde maio do ano passado, organiza ações referentes ao tema.
Com um espaço repleto de atrações, entretenimento e várias novidades, a programação tem espaço cativo para a campanha PEDIGREE® Adotar é tudo de bom, com atividades de ONGs que trabalham contra o abandono de cães e um stand da marca aos interessados em ganhar um novo amigo. “Essa parceria proporciona um momento pleno de relacionamento entre os donos e seus cães, reforçando a importância da adoção e guarda responsável”, explica Cynthia Schoenardie, gerente responsável pelo programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom.
Entre os serviços oferecidos durante a mostra está um estúdio fotográfico para clicar os donos e seus cães de estimação em diferentes cenários e um lounge para que cães possam relaxar ou brincar à vontade. Outra novidade é a galeria, que sediará uma exposição de fotos que revelam o olhar do cachorro sobre o mundo a sua volta e uma arena, onde os visitantes conferem painéis ilustrados com a matéria “Nosso amigo Vira-lata”, escrita por Evaristo Eduardo de Miranda, em reportagem especial para a National Geographic Brasil. Sessões de cinema, com volume adequado aos espectadores caninos, e uma programação musical com muito hip hop, soul, funk, world music e reggae dancehall completam o mês dedicado a celebrar os cachorros.
Sem prazo específico para acabar, o programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom continuará reforçando a importância da causa dos cachorros abandonados. Já em seu segundo ano de campanha, a ação acumulou novas estratégias, parceiros e uma série de atividades que ajudaram a promover até aqui a adoção direta de 11.276 cachorros abandonados.
Matilha Cultural (www.matilhacultural.com.br)
Endereço: rua Rego Freitas, 542 – São Paulo.
Telefone: 11-3256-2636, de terça-feira a sábado, das 12h as 20h.
Fonte: AgitoSP
Entre 8 de junho e 3 de julho, PEDIGREE® Adotar é tudo de bom se engaja em mais uma causa em favor dos cães abandonados. Esse é o período em que acontece a mostra práCACHORRO, promovida pela Matilha Cultural, entidade sem fins lucrativos que, desde maio do ano passado, organiza ações referentes ao tema.
Com um espaço repleto de atrações, entretenimento e várias novidades, a programação tem espaço cativo para a campanha PEDIGREE® Adotar é tudo de bom, com atividades de ONGs que trabalham contra o abandono de cães e um stand da marca aos interessados em ganhar um novo amigo. “Essa parceria proporciona um momento pleno de relacionamento entre os donos e seus cães, reforçando a importância da adoção e guarda responsável”, explica Cynthia Schoenardie, gerente responsável pelo programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom.
Entre os serviços oferecidos durante a mostra está um estúdio fotográfico para clicar os donos e seus cães de estimação em diferentes cenários e um lounge para que cães possam relaxar ou brincar à vontade. Outra novidade é a galeria, que sediará uma exposição de fotos que revelam o olhar do cachorro sobre o mundo a sua volta e uma arena, onde os visitantes conferem painéis ilustrados com a matéria “Nosso amigo Vira-lata”, escrita por Evaristo Eduardo de Miranda, em reportagem especial para a National Geographic Brasil. Sessões de cinema, com volume adequado aos espectadores caninos, e uma programação musical com muito hip hop, soul, funk, world music e reggae dancehall completam o mês dedicado a celebrar os cachorros.
Sem prazo específico para acabar, o programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom continuará reforçando a importância da causa dos cachorros abandonados. Já em seu segundo ano de campanha, a ação acumulou novas estratégias, parceiros e uma série de atividades que ajudaram a promover até aqui a adoção direta de 11.276 cachorros abandonados.
Matilha Cultural (www.matilhacultural.com.br)
Endereço: rua Rego Freitas, 542 – São Paulo.
Telefone: 11-3256-2636, de terça-feira a sábado, das 12h as 20h.
Fonte: AgitoSP
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