Mimar o animal é bom, mas é preciso ter cuidado, pois o excesso de carinho pode fazer mal para a saúde dele. Valéria Olívia, professora do curso de medicina veterinária da Unesp (Universidade Estadual Paulista), explica que o “mau comportamento” dos cachorros, em geral, é resultado da forma como eles são tratados por seus tutores.
“A causa principal é a abordagem equivocada de seus tutores, que os criam como se fossem gente. Quando o animal é tratado como o centro das atenções, passa a não admitir a hipótese de ficar sozinho. Passa a querer ser alimentado antes de todos, começa a andar na frente durante os passeios ou se torna ciumento. Como resultado, algumas pessoas se tornam escravas deles.
O tratamento especial ao cão também pode desencadear problemas físicos, principalmente nos animais que não seguem uma alimentação adequada ao perfil da raça, alerta Valéria. “Má alimentação, em cães, costuma causar gastrite, obesidade e diabetes, entre outros males. Já o excesso de mimo tem como possíveis consequências ansiedade, estresse, alterações hormonais e alguns distúrbios específicos. É o caso da cropofagia, em que o animal começa a comer as próprias fezes, e da lambedura, em que ele se lambe até provocar feridas na própria pele.”
Se o seu cachorro já for mimado, fique calmo. Ainda é possível contornar a situação e sem violência.
“Tanto na parte física quanto na psicológica, há como tentar corrigir os maus hábitos. Mas, para tanto, o cachorro precisará passar por uma reeducação. É necessário trabalhar o aspecto psicológico do animal. Tudo isso sem agressão física e, sim, mostrando os limites. Para todos”, explica o veterinário Alexandre Satoshi Sano, diretor da SPMV (Sociedade Paulista de Medicina Veterinária).
Fonte: Anda
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Gato nasce com 2 cabeças e 8 patas
Notícia retirada do site do Jornal do Dia, e vista também no site da ANDA.
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O leitor Luis Henrique Correa enviou fotografia de um filhote de gato que nasceu com duas cabeças e oito patas ontem (13) em Aquidauana, município que fica a 135 quilômetros de Campo Grande.
O acontecimento foi registrado na rua José Múcio Teixeira, no bairro Chapecoense, às 13h30 de ontem. Nas palavras de Correa, essa é a primeira vez que a imprensa noticia esse tipo de caso.
Ele conta que o filhote foi “descoberto” pelo repórter Genaro Arguelho que visitou a residência da família e constatou a anomalia.
A segunda cabeça do gato estava no estômago do filhote, que não conseguiu sobreviver. A estudante Graciele Costa de Souza, de 13 anos, disse à Radio FM PAN que “guardou ele para que outras pessoas pudessem conhecê-lo”.
Curioso com o fato, o leitor doCampo Grande News fez uma busca no Google e encontrou uma foto datada de 1871 que mostra um gato com oito patas e duas caudas.
O leitor fez questão de ressaltar que o gato (Felis silvestris catus), também conhecido como gato caseiro, gato urbano ou gato doméstico, é um animal da família dos felídeos, popular como animal de estimação.
Conforme a pesquisa do leitor, ele ocupa o topo da cadeia alimentar e é predador natural de animais como roedores, pássaros, lagartixas e outros insetos.
Há cerca 250 raças de gato doméstico, cujo peso variável classifica a espécie como animal doméstico de pequeno a médio porte. O tempo médio de vida desses animais pode chegar a vinte anos.
Fonte: Jornal do Dia
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O leitor Luis Henrique Correa enviou fotografia de um filhote de gato que nasceu com duas cabeças e oito patas ontem (13) em Aquidauana, município que fica a 135 quilômetros de Campo Grande.
O acontecimento foi registrado na rua José Múcio Teixeira, no bairro Chapecoense, às 13h30 de ontem. Nas palavras de Correa, essa é a primeira vez que a imprensa noticia esse tipo de caso.
Ele conta que o filhote foi “descoberto” pelo repórter Genaro Arguelho que visitou a residência da família e constatou a anomalia.
A segunda cabeça do gato estava no estômago do filhote, que não conseguiu sobreviver. A estudante Graciele Costa de Souza, de 13 anos, disse à Radio FM PAN que “guardou ele para que outras pessoas pudessem conhecê-lo”.
Curioso com o fato, o leitor doCampo Grande News fez uma busca no Google e encontrou uma foto datada de 1871 que mostra um gato com oito patas e duas caudas.
O leitor fez questão de ressaltar que o gato (Felis silvestris catus), também conhecido como gato caseiro, gato urbano ou gato doméstico, é um animal da família dos felídeos, popular como animal de estimação.
Conforme a pesquisa do leitor, ele ocupa o topo da cadeia alimentar e é predador natural de animais como roedores, pássaros, lagartixas e outros insetos.
Há cerca 250 raças de gato doméstico, cujo peso variável classifica a espécie como animal doméstico de pequeno a médio porte. O tempo médio de vida desses animais pode chegar a vinte anos.
Fonte: Jornal do Dia
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Mutirão gratuito de castração de cães e gatos
Mutirão gratuito de castração de cães e gatos acontece em Vila Prudente.
A Supervisão da Vigilância em Saúde Ambiental de Vila Prudente/Sapopemba realiza nos dias 11 e 12 de setembro um mutirão gratuito de castração de cães e gatos. Os interessados deverão cadastras seus animais nos dias 8 e 9.
Nos dias 11 e 12 de setembro, das 8h às 17h, quem precisar castrar seu animal (cão ou gato), pode fazê-lo gratuitamente, mediante inscrição prévia que acontece anos dias 8 e 9, na Escola Estadual Prof. Valdir Fernandes Pinto. Para isso, é necessário apresentar os seguintes documentos: RG, CPF e comprovante de endereço do proprietário do animal.
Segundo a Supervisão da Vigilância em Saúde Ambiental - SUVIS de Vila Prudente/Sapopemba, só serão castrados cães (machos e fêmeas) e gatos (machos e fêmeas) com mais de 3 meses de idade. Além disso, serão feitas inscrições de no máximo 10 animais por comprovante de endereço.
Serviço
Inscrições
Data: 8 e 9 de setembro
Horário: das 9h às 15h, ou até as vagas acabarem
Local: Escola Estadual Prof. Valdir Fernandes Pinto
Endereço: Rua Soldado Antenor da Costa, 145, Juta I, Sapopemba
Documentos necessários: RG, CPF e comprovante de endereço do proprietário do animal
Castrações
Data: 11 e 12 de setembro
Horário: das 8h às 17h (hora marcada no dia da inscrição)
Local: Escola Estadual Prof. Valdir Fernandes Pinto
Endereço: Rua Soldado Antenor da Costa, 145, Juta I, Sapopemba
Documentos necessários: ficha de inscrição, RG, CPF e comprovante de endereço do proprietário do animal
A Supervisão da Vigilância em Saúde Ambiental de Vila Prudente/Sapopemba realiza nos dias 11 e 12 de setembro um mutirão gratuito de castração de cães e gatos. Os interessados deverão cadastras seus animais nos dias 8 e 9.
Nos dias 11 e 12 de setembro, das 8h às 17h, quem precisar castrar seu animal (cão ou gato), pode fazê-lo gratuitamente, mediante inscrição prévia que acontece anos dias 8 e 9, na Escola Estadual Prof. Valdir Fernandes Pinto. Para isso, é necessário apresentar os seguintes documentos: RG, CPF e comprovante de endereço do proprietário do animal.
Segundo a Supervisão da Vigilância em Saúde Ambiental - SUVIS de Vila Prudente/Sapopemba, só serão castrados cães (machos e fêmeas) e gatos (machos e fêmeas) com mais de 3 meses de idade. Além disso, serão feitas inscrições de no máximo 10 animais por comprovante de endereço.
Serviço
Inscrições
Data: 8 e 9 de setembro
Horário: das 9h às 15h, ou até as vagas acabarem
Local: Escola Estadual Prof. Valdir Fernandes Pinto
Endereço: Rua Soldado Antenor da Costa, 145, Juta I, Sapopemba
Documentos necessários: RG, CPF e comprovante de endereço do proprietário do animal
Castrações
Data: 11 e 12 de setembro
Horário: das 8h às 17h (hora marcada no dia da inscrição)
Local: Escola Estadual Prof. Valdir Fernandes Pinto
Endereço: Rua Soldado Antenor da Costa, 145, Juta I, Sapopemba
Documentos necessários: ficha de inscrição, RG, CPF e comprovante de endereço do proprietário do animal
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
Proteja seu pet de acidentes domésticos
Fique por dentro das dicas para evitar que cães e gatos comam objetos indesejados dentro de casa
Diante dos inúmeros casos de cães e gatos que comem corpos estranhos como brinquedos, sapatos, entre outros, o Kennel Clube Americano e a Associação Internacional de Felinos elaboraram algumas dicas para evitar os acidentes. Confira!
1. Você, com certeza, vai evitar uma indesejável consulta ao veterinário se investir em uma casa à prova de acidentes. Isso inclui não deixar latas de lixo, roupas, sapatos e brinquedos ao alcance dos bichos. Uma atenção redobrada deve ser tomada com enfeites em cima de estantes e mesas, principalmente para os que têm gatos, que conseguem subir facilmente em locais mais altos.
2. Providencie alternativas para seus pets. Se você der a eles seus próprios brinquedos para morder, fios elétricos, meias, dentre outros, deixarão de ser tão apreciados. Apenas cuide para que os brinquedos sejam de um tamanho suficiente para que não possam ser engolidos acidentalmente.
3. Brinquedos coloridos, que fazem barulho e que permitem que o dono possa esconder algum petisco dentro são os que mais fazem sucesso com os cães exigentes. Caso os brinquedos não sejam muito atrativos, procure oferecer pedaços de couro de boi ou ossos vendidos em pet shops, específicos para cães. No caso de gatos, brinquedos com catnip dentro costumam entreter os bichanos por bastante tempo.
4. Supervisione seus animais. Mesmo com todos os cuidados, acidentes podem acontecer, e estar atento é fundamental para tomar uma atitude rápida caso precise salvar o bichinho de algum problema.
5. Pratique exercícios regulares com seus pets. Procure agendar diariamente um horário para interagir com o bichinho, assim ele gastará mais energia e dificilmente vai procurar morder ou engolir objetos indesejados. Isso porque esse comportamento é típico de animais entediados.
Fonte: PetMag
Diante dos inúmeros casos de cães e gatos que comem corpos estranhos como brinquedos, sapatos, entre outros, o Kennel Clube Americano e a Associação Internacional de Felinos elaboraram algumas dicas para evitar os acidentes. Confira!
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| Dar brinquedos apropriados para os animais evitam possíveis acidentes Crédito: Flickr/ CC - TheGiantVermin |
1. Você, com certeza, vai evitar uma indesejável consulta ao veterinário se investir em uma casa à prova de acidentes. Isso inclui não deixar latas de lixo, roupas, sapatos e brinquedos ao alcance dos bichos. Uma atenção redobrada deve ser tomada com enfeites em cima de estantes e mesas, principalmente para os que têm gatos, que conseguem subir facilmente em locais mais altos.
2. Providencie alternativas para seus pets. Se você der a eles seus próprios brinquedos para morder, fios elétricos, meias, dentre outros, deixarão de ser tão apreciados. Apenas cuide para que os brinquedos sejam de um tamanho suficiente para que não possam ser engolidos acidentalmente.
3. Brinquedos coloridos, que fazem barulho e que permitem que o dono possa esconder algum petisco dentro são os que mais fazem sucesso com os cães exigentes. Caso os brinquedos não sejam muito atrativos, procure oferecer pedaços de couro de boi ou ossos vendidos em pet shops, específicos para cães. No caso de gatos, brinquedos com catnip dentro costumam entreter os bichanos por bastante tempo.
4. Supervisione seus animais. Mesmo com todos os cuidados, acidentes podem acontecer, e estar atento é fundamental para tomar uma atitude rápida caso precise salvar o bichinho de algum problema.
5. Pratique exercícios regulares com seus pets. Procure agendar diariamente um horário para interagir com o bichinho, assim ele gastará mais energia e dificilmente vai procurar morder ou engolir objetos indesejados. Isso porque esse comportamento é típico de animais entediados.
Fonte: PetMag
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Saiba como proteger seu animal de estimação do tempo seco
Pelo jeito vai demorar a chover em SP e em grande parte do Brasil.
O que poucos sabem é que, nossos bichinhos também sofrem com esse tempo, inclusive podem ter rinite, como eu postei um tempinho atrás. (caso queira ver o post é só digitar "rinite" no campo de busca). Essa matéria que posto agora, vi no Portal R7 e achei importante e interessante compartilhar com vocês!
Veja os riscos da desidratação para os bichos e como evitá-la
Mariana Garcia, do R7
A baixa umidade do ar também causa desconforto nos animais e, muitas vezes, afeta a saúde dos pets. O problema é que, presos em casas ou em apartamentos, eles não conseguem, sozinhos, evitar as consequências do tempo seco em suas vidas. Dependem de seus donos, por exemplo, para terem água disponível sempre que estiverem com sede ou com vontade de tomar um bom banho.
Alguns sintomas apresentados pelos animais nessa situação são bastante parecidos com os desenvolvidos pelos humanos, explica a professora Mirela Tinucci Costa, da faculdade de medicina veterinária da Unesp (campus de Jaboticabal).
- Os cães e os gatos, principalmente, podem apresentar irritação e coceira nos olhos, boca seca, dificuldade para respirar e desidratação. É comum também aumentar a incidência de doenças virais, disseminadas por inalação. Algumas, como a cinomose, são extremamente graves. Por isso, é importante manter a vacinação do pet em dia.
Se perceber que os olhos do seu mascote andam irritados ou ressecados, uma boa dica é lavá-los com água filtrada ou soro fisiológico. O mesmo vale para molhar a ponta do nariz, ensina Alexandre Sato, diretor da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária.
- Sangramentos nasais são comuns durante a seca, e o risco de bronquite e de pneumonia também cresce entre a população animal.
Segundo a especialista da Unesp, animais idosos ou com a saúde debilitada pedem atenção redobrada. O mesmo vale para espécies que costumam passar parte do dia na água, como tartarugas e cágados. Para todos, o principal risco é a desidratação, que, em níveis acentuados, causa doenças graves, problemas no rim e morte.
- Conforme o organismo se desidrata, o sangue fica mais viscoso. Com o passar do tempo, o coração começa a ter dificuldade para bombear, e surgem problemas de irrigação de tecidos do corpo. Por fim, ocorre a coagulação desse sangue nos vasos de menor calibre. É a morte iminente.
Para melhorar a vida do seu bichinho enquanto a chuva não vem, veja as dicas:
O que poucos sabem é que, nossos bichinhos também sofrem com esse tempo, inclusive podem ter rinite, como eu postei um tempinho atrás. (caso queira ver o post é só digitar "rinite" no campo de busca). Essa matéria que posto agora, vi no Portal R7 e achei importante e interessante compartilhar com vocês!
Veja os riscos da desidratação para os bichos e como evitá-la
Mariana Garcia, do R7
A baixa umidade do ar também causa desconforto nos animais e, muitas vezes, afeta a saúde dos pets. O problema é que, presos em casas ou em apartamentos, eles não conseguem, sozinhos, evitar as consequências do tempo seco em suas vidas. Dependem de seus donos, por exemplo, para terem água disponível sempre que estiverem com sede ou com vontade de tomar um bom banho.
Alguns sintomas apresentados pelos animais nessa situação são bastante parecidos com os desenvolvidos pelos humanos, explica a professora Mirela Tinucci Costa, da faculdade de medicina veterinária da Unesp (campus de Jaboticabal).
- Os cães e os gatos, principalmente, podem apresentar irritação e coceira nos olhos, boca seca, dificuldade para respirar e desidratação. É comum também aumentar a incidência de doenças virais, disseminadas por inalação. Algumas, como a cinomose, são extremamente graves. Por isso, é importante manter a vacinação do pet em dia.
Se perceber que os olhos do seu mascote andam irritados ou ressecados, uma boa dica é lavá-los com água filtrada ou soro fisiológico. O mesmo vale para molhar a ponta do nariz, ensina Alexandre Sato, diretor da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária.
- Sangramentos nasais são comuns durante a seca, e o risco de bronquite e de pneumonia também cresce entre a população animal.
Segundo a especialista da Unesp, animais idosos ou com a saúde debilitada pedem atenção redobrada. O mesmo vale para espécies que costumam passar parte do dia na água, como tartarugas e cágados. Para todos, o principal risco é a desidratação, que, em níveis acentuados, causa doenças graves, problemas no rim e morte.
- Conforme o organismo se desidrata, o sangue fica mais viscoso. Com o passar do tempo, o coração começa a ter dificuldade para bombear, e surgem problemas de irrigação de tecidos do corpo. Por fim, ocorre a coagulação desse sangue nos vasos de menor calibre. É a morte iminente.
Para melhorar a vida do seu bichinho enquanto a chuva não vem, veja as dicas:
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Secretaria decide suspender vacinação contra raiva em SP
Conforme noticiado hoje na internet, a Secretaria de Estado da Saúde decidiu nesta quinta-feira (19) suspender a campanha de vacinação antirrábica de cães e gatos, que teve início na capital na segunda-feira (16).
Foram registrados sete casos de choque anafilático, a reação mais grave, em animais vacinados, dos quais seis morreram, sendo quatro gatos e dois cães. Em São Paulo, mais de 121 mil animais já foram imunizados. Entre os dias 16 e 17, foram notificados 567 casos de reações adversas, sendo que 38% foram eventos considerados graves pela secretaria, como prostração, anorexia, dificuldade respiratória, convulsões e hemorragias.
A maior parte das reações tem sido observada em gatos e em cães de pequeno porte (até 6,5 kg de peso). Em São Paulo, 85,3% das reações adversas foram em gatos vacinados nos dias 16 e 17.
Pessoal, muito cuidado e precaução com campanhas de vacinação de rua e vacinas compradas em lugares duvidosos. Meu primeiro cachorro adoeceu, segundo os veterináriso que cuidaram da sua eutanásia, deido a uma vacina vencida que ele tomou, e que eu havia comprado em um lugar de renome, que prefiro não citar no post, pois já faz muito tempo.
Foram registrados sete casos de choque anafilático, a reação mais grave, em animais vacinados, dos quais seis morreram, sendo quatro gatos e dois cães. Em São Paulo, mais de 121 mil animais já foram imunizados. Entre os dias 16 e 17, foram notificados 567 casos de reações adversas, sendo que 38% foram eventos considerados graves pela secretaria, como prostração, anorexia, dificuldade respiratória, convulsões e hemorragias.
A maior parte das reações tem sido observada em gatos e em cães de pequeno porte (até 6,5 kg de peso). Em São Paulo, 85,3% das reações adversas foram em gatos vacinados nos dias 16 e 17.
Pessoal, muito cuidado e precaução com campanhas de vacinação de rua e vacinas compradas em lugares duvidosos. Meu primeiro cachorro adoeceu, segundo os veterináriso que cuidaram da sua eutanásia, deido a uma vacina vencida que ele tomou, e que eu havia comprado em um lugar de renome, que prefiro não citar no post, pois já faz muito tempo.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Fitoterapia para animais
Muito bacana a matéria abaixo que eu peguei no site da ANDA.
É uma ótima alternativa aos animais que possuem algum tipo de alergia a medicamentos. Eu vou testar o "Chá de Alecrim" pra ver se dou um jeito na queda de pelos excessiva da minha vira-lata!
Entenda como a fitoterapia pode ser muito útil aos animais
Por Martha Follain (da Redação)
Fitoterapia é o tratamento dos desequilíbrios e alterações orgânicas, por meio de plantas secas ou partes vegetais recém colhidas e seus extratos naturais. É o conjunto de técnicas de utilização de vegetais no tratamento dos transtornos e na recuperação da saúde. Inclui numerosas escolas, das mais simples, às científicas.
Como método terapêutico, a fitoterapia faz parte da Medicina Natural, e está presente na tradição das medicinas popular e indígena. Em sua forma mais científica, abrange os princípios e técnicas da Botânica e da Farmacologia. Pode-se considerar a Fitoterapia como um dos três sistemas terapêuticos estando entre a Alopatia, que possui preparos tradicionais industrializados, e a homeopatia, que utiliza produtos elaborados de plantas medicinais, animais e minerais.
A fitoterapia, apresenta três sistemas clássicos de tratamento: Medicina Tradicional Chinesa, Medicina Ayurvédica e Fitoterapia Européia. O principal objetivo desses sistemas é estimular os processos metabólicos que ajudam a manter o estado de equilíbrio denominado “saúde”. Em cada sistema, as plantas são classificadas de maneiras distintas.
A OMS tem incentivado o uso das terapias naturais, em especial para aqueles mais carentes e que não têm acesso aos remédios farmacêuticos.
No momento em que o primeiro ser humano surgiu no planeta, as plantas já existiam há mais de quatrocentos milhões de anos. Através de achados arqueológicos, os primeiros vegetais apareceram durante a Era Paleozóica, no Período Siluriano.
Animais sempre utilizaram plantas, beneficiando-se dos efeitos das mesmas. A fitoterapia não só esteve sempre presente na vida do homem, mas muito antes, na vida dos animais.
E, o homem, provavelmente, começou a aprender a tratar-se , observando os animais.
Uso de plantas terapêuticas:
• pode-se usar folhas verdes ou secas;
• não guardar em recipientes de plástico, pois retêm o odor de tudo que foi guardado neles;
• depois de estocada, não deixe que a planta receba poeira nem sol (o frasco deve ser de vidro âmbar);
• as sementes só devem ser usadas se estiverem bem secas, pois o óleo que apresentam, pode ficar rançoso, alterando sua composição;
• folhas verdes pesam o dobro das secas;
• vegetais secos requerem mais tempo de infusão;
• plantas que apresentam aroma não devem sofrer aquecimento prolongado, pois perdem o princípio ativo;
• o processo de ação medicamentosa dos vegetais pode ser mais demorado do que o dos medicamentos sintéticos;
• não deixe chás de um dia para o outro, pois podem fermentar;
• chás não devem ser adoçados com açúcar;
• use plantas comuns – não acredite em vegetais que “curam tudo”;
• sempre procure um médico,um fitoterapeuta, etc. – o profissional que conheça bem a ação das plantas.
Algumas dicas
• para tratar feridas: para desinfectar, limpar, use chá de guaçatonga, como compressa. Para cicatrizar, utilize uma folha de couve, amassada, colocada em cima da ferida;
• conjuntivite: chá de arruda – deixe esfriar e lave várias vezes os olhos do animal por dia;
• sarna: chá forte de arruda, em banhos de 2 em 2 dias;
• cálculos renais: os conhecidos chás de barba de milho e quebra pedras;
• dores reumáticas e/ou musculares: 100g de flores secas de “Arnica montana” – 7 colheres (sopa) de azeite de oliva – Misturar os 2 ingredientes. Colocar numa vasilha tampada e levar ao fogo em banho-maria, por 3 horas. Depois disso, coar e espremer bem o resíduo para retirar todo o extrato. Recomenda-se usar o óleo ainda morno.
• contra micoses: 1 vidro de merthiolate e 3 dentes de a – amassar os dentes de alho e colocar dentro do vidro – deixar ficar por 1 semana – pingar 2 gotas na lesão, 2 vezes ao dia, até sumir.
• caspinha e queda de pelo: chá de alecrim.
• gengivite: escovar os dentes do animal com raspas de juá.
• vermes: sementes de abóbora.
É uma ótima alternativa aos animais que possuem algum tipo de alergia a medicamentos. Eu vou testar o "Chá de Alecrim" pra ver se dou um jeito na queda de pelos excessiva da minha vira-lata!
Entenda como a fitoterapia pode ser muito útil aos animais
Por Martha Follain (da Redação)
Fitoterapia é o tratamento dos desequilíbrios e alterações orgânicas, por meio de plantas secas ou partes vegetais recém colhidas e seus extratos naturais. É o conjunto de técnicas de utilização de vegetais no tratamento dos transtornos e na recuperação da saúde. Inclui numerosas escolas, das mais simples, às científicas.
Como método terapêutico, a fitoterapia faz parte da Medicina Natural, e está presente na tradição das medicinas popular e indígena. Em sua forma mais científica, abrange os princípios e técnicas da Botânica e da Farmacologia. Pode-se considerar a Fitoterapia como um dos três sistemas terapêuticos estando entre a Alopatia, que possui preparos tradicionais industrializados, e a homeopatia, que utiliza produtos elaborados de plantas medicinais, animais e minerais.
A fitoterapia, apresenta três sistemas clássicos de tratamento: Medicina Tradicional Chinesa, Medicina Ayurvédica e Fitoterapia Européia. O principal objetivo desses sistemas é estimular os processos metabólicos que ajudam a manter o estado de equilíbrio denominado “saúde”. Em cada sistema, as plantas são classificadas de maneiras distintas.
A OMS tem incentivado o uso das terapias naturais, em especial para aqueles mais carentes e que não têm acesso aos remédios farmacêuticos.
No momento em que o primeiro ser humano surgiu no planeta, as plantas já existiam há mais de quatrocentos milhões de anos. Através de achados arqueológicos, os primeiros vegetais apareceram durante a Era Paleozóica, no Período Siluriano.
Animais sempre utilizaram plantas, beneficiando-se dos efeitos das mesmas. A fitoterapia não só esteve sempre presente na vida do homem, mas muito antes, na vida dos animais.
E, o homem, provavelmente, começou a aprender a tratar-se , observando os animais.
Uso de plantas terapêuticas:
• pode-se usar folhas verdes ou secas;
• não guardar em recipientes de plástico, pois retêm o odor de tudo que foi guardado neles;
• depois de estocada, não deixe que a planta receba poeira nem sol (o frasco deve ser de vidro âmbar);
• as sementes só devem ser usadas se estiverem bem secas, pois o óleo que apresentam, pode ficar rançoso, alterando sua composição;
• folhas verdes pesam o dobro das secas;
• vegetais secos requerem mais tempo de infusão;
• plantas que apresentam aroma não devem sofrer aquecimento prolongado, pois perdem o princípio ativo;
• o processo de ação medicamentosa dos vegetais pode ser mais demorado do que o dos medicamentos sintéticos;
• não deixe chás de um dia para o outro, pois podem fermentar;
• chás não devem ser adoçados com açúcar;
• use plantas comuns – não acredite em vegetais que “curam tudo”;
• sempre procure um médico,um fitoterapeuta, etc. – o profissional que conheça bem a ação das plantas.
Algumas dicas
• para tratar feridas: para desinfectar, limpar, use chá de guaçatonga, como compressa. Para cicatrizar, utilize uma folha de couve, amassada, colocada em cima da ferida;
• conjuntivite: chá de arruda – deixe esfriar e lave várias vezes os olhos do animal por dia;
• sarna: chá forte de arruda, em banhos de 2 em 2 dias;
• cálculos renais: os conhecidos chás de barba de milho e quebra pedras;
• dores reumáticas e/ou musculares: 100g de flores secas de “Arnica montana” – 7 colheres (sopa) de azeite de oliva – Misturar os 2 ingredientes. Colocar numa vasilha tampada e levar ao fogo em banho-maria, por 3 horas. Depois disso, coar e espremer bem o resíduo para retirar todo o extrato. Recomenda-se usar o óleo ainda morno.
• contra micoses: 1 vidro de merthiolate e 3 dentes de a – amassar os dentes de alho e colocar dentro do vidro – deixar ficar por 1 semana – pingar 2 gotas na lesão, 2 vezes ao dia, até sumir.
• caspinha e queda de pelo: chá de alecrim.
• gengivite: escovar os dentes do animal com raspas de juá.
• vermes: sementes de abóbora.
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
Cadela volta do Iraque com estresse pós-traumático
Gina, uma pastora-alemã, tinha dois anos de idade quando foi para o Iraque como uma das melhores cadelas farejadoras de bomba do exército americano. No ano passado, ela voltou para casa, no Estado do Colorado, triste e com medo. Gina se escondia debaixo dos móveis e evitava o contato social. Um veterinário do exército diagnosticou então que Gina estava com estresse pós-traumático, um problema que pode atingir tanto humanos quanto cães. “Ela tinha pavor de todos”, disse Eric Haynes, do canil de uma base da Força Aérea americana onde Gina morava. Um ano depois, ela está se recuperando. Caminhadas frequentes entre amigos e uma reintrodução gradual no universo militar fez com que Gina superasse seus medos, segundo Haynes. Ele descreve o progresso da cadelinha como extraordinário. Os veterinários esperam que ela esteja totalmente recuperada em breve.
Fonte: Revista Época
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Cachorro também sofre de rinite
É na baixa umidade do ar que os problemas respiratórios caninos se agravam, como a rinite, que provoca espirros freqüentes, coriza, coceira na garganta e no nariz dos cães afetados.
Rinite é o nome dado à inflamação da membrana do nariz, causada por reações alérgicas. Normalmente surge na infância ou na juventude dos cães.
A secreção nasal é um sinal constante. Esta começa serosa e fina, passa a estágios mucosos e finalmente se torna mucopurulenta. Partículas de sangue podem estar presentes. A secreção pode ser acre, neste caso a escoriação da narina será vista., e quando as secreções mucopurulentas forem persistentes, elas impedirão a respiração por causa da obstrução das narinas.
O processo inflamatório da rinite normalmente se inicia por algum fator de irritação, mas a inflamação secundária logo se instala, o que muda o caráter da secreção. Os organismos estafilococos normalmente estão implicados nestes casos.
Cuidados a serem tomados
Deve-se tomar alguns cuidados com cães que tenham crises de rinites, como: não ter próximo deste cão, tapetes e cortinas. E os brinquedos destes cães alérgicos devem ser laváveis.
Na hora da limpeza, é proibido varrer a casa, deve-se preferir o uso de aspirador e do pano úmido.
Cão com rinite tem que beber bastante líquido e não ficar próximo de fumantes. Ele precisa privilegiar de ambientes arejados e deve tomar sol nos horários em que os raios estejam mais fracos.
Fonte: Portal da Cinofilia
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Terapia Aquática Animal
A hidroterapia é extremamente eficaz no tratamento de doenças músculo-esqueléticas em cães. Os cães que sofrem a dor exercendo sobre a terra pode desenvolver a força ea aptidão muito mais confortável em um ambiente quente imponderabilidade. A natação não é apenas uma ótima maneira de aliviar a dor, inchaço e rigidez, ele promove o relaxamento e ajuda a construir a aptidão cardiovascular e força.
Condições que respondem a hidrelétrica incluem:
• Artrite
• ruptura do ligamento cruzado
• Displasia da anca
• Problemas da Coluna Vertebral
• A lesão do nervo
• desgaste muscular
• Obesidade
• Fraqueza, paralisia condições • Cardiovascular
• Condições relacionadas à idade
Seu cão não precisa ter uma condição médica para desfrutar de hidromassagem. A natação pode ser para se divertir e fitness também!
Fonte: Aquanews
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Afinal, o que é Leishmaniose?
Muito se tem ouvido falar em Leishmaniose nestes últimos tempos. Mas afinal, que doença é essa que tanto se fala? Na verdade eu também não sabia. Fui pesquisar na NET e vi este texto bem bacana e esclarecedor no site Saúde Animal.
Achei interessante compartilhar com vocês, pois quanto mais soubermos das causas e sintomas, maior a probabilidade de evitarmos ou diagnosticarmos a doença.
Clique na imagem abaixo e leia mais!
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Saúde
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Convívio com animais de estimação melhora sistema imunológico de adultos e crianças, além de reduzir os níveis de estresse
Os benefícios da presença de um animal de estimação em casa não se restringem às alegrias que o pet proporciona a toda família. Esta convivência também pode contribuir, além do bem-estar psicológico, na prevenção e no auxílio ao tratamento de várias patologias.
Um levantamento de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), para um grupo de pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades, reuniu uma série de estudos que confirmam esta contribuição à saúde das pessoas proporcionada pelo convívio com os animais de estimação. Entre algumas das observações, pode-se destacar a melhora da imunidade de crianças e adultos, redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado.
Este mapeamento foi encomendado com o objetivo de trazer a público uma série de informações relevantes e pouco conhecidas sobre enormes benefícios sociais, psicológicos e até físicos na relação homem e animal de estimação.
Reforço na defesa do organismo – De acordo com o levantamento, os benefícios independem da idade. Os pesquisadores da USP citam um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães, já que certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em bebês de um ano de idade quando expostos precocemente a um cão, conferindo um importante papel destes animais na saúde humana.
Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. “Também foi observada a redução de rinites alérgicas aos quatro anos de idade e aos seis a sete anos, devido à redução da imunoglubina E – um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico”, acrescenta. Os pesquisadores alertam que este contato não significa que seja isento de possíveis efeitos negativos para a saúde, porém, é possível discutir com mais equilíbrio os prós e contras de possuir um cão. Porém, muitos pais desconhecem estes benefícios.
De acordo com a pesquisa do Radar Pet, idealizada pela Comac, ainda há resistência dos casais que possuem filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de casais com filhos pequenos (até 09 anos).
Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. “Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona”, explica Carine.
Benefícios ao coração – Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em donos de cães, gatos, outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a posse de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente.
Já no controle de hipertensão arterial, os estudos apontam benefícios também neste sentido. Profissionais que viviam em condições de estresse, faziam controle do problema com medicação, foram divididos em dois grupos, os que possuíam um cão ou gato e os que não possuíam animais. A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, um dos trabalhos constatou que as taxas de pressão diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os donos de cães. “Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não possuíam os animais”, acrescenta. Esta situação mostrou a diminuição dos níveis de estresse, obtidos com o contato com os pets.
Algumas outras situações também trazem efeitos muito positivos à saúde e ao convívio social: os pesquisadores da USP citam que a duração das caminhadas é maior para aquelas pessoas que estão acompanhadas por um cão. “Além disso, nestes passeios, os animais ajudam na integração social, contribuindo para o início de uma conversa com outras pessoas, por exemplo”, confirma Maria. Ainda segundo uma destas pesquisas, pessoas com problemas simples de saúde, como dores de cabeça, problemas estomacais, gripes, dentre outros, que adotaram pela primeira vez um animal de estimação, apresentaram redução significativa desses problemas menores de saúde, em relação a pessoas sem animais.
Sobre a Comac – A Comissão de Animais de Companhia foi criada em 2007 com o objetivo de influenciar e desenvolver o mercado de produtos veterinários para pequenos animais. A comissão surgiu como um grupo de trabalho do SINDAN e é composta, hoje, pelas empresas: Agener União, Bayer, Biovet, Coveli, Intervet/Schering-Plough, Jofadel, Konig, Merial, Ouro Fino, Pfizer, Vetnil e Virbac.
Fonte: Portal SEG
Um levantamento de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), para um grupo de pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades, reuniu uma série de estudos que confirmam esta contribuição à saúde das pessoas proporcionada pelo convívio com os animais de estimação. Entre algumas das observações, pode-se destacar a melhora da imunidade de crianças e adultos, redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado.
Este mapeamento foi encomendado com o objetivo de trazer a público uma série de informações relevantes e pouco conhecidas sobre enormes benefícios sociais, psicológicos e até físicos na relação homem e animal de estimação.
Reforço na defesa do organismo – De acordo com o levantamento, os benefícios independem da idade. Os pesquisadores da USP citam um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães, já que certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em bebês de um ano de idade quando expostos precocemente a um cão, conferindo um importante papel destes animais na saúde humana.
Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. “Também foi observada a redução de rinites alérgicas aos quatro anos de idade e aos seis a sete anos, devido à redução da imunoglubina E – um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico”, acrescenta. Os pesquisadores alertam que este contato não significa que seja isento de possíveis efeitos negativos para a saúde, porém, é possível discutir com mais equilíbrio os prós e contras de possuir um cão. Porém, muitos pais desconhecem estes benefícios.
De acordo com a pesquisa do Radar Pet, idealizada pela Comac, ainda há resistência dos casais que possuem filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de casais com filhos pequenos (até 09 anos).
Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. “Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona”, explica Carine.
Benefícios ao coração – Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em donos de cães, gatos, outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a posse de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente.
Já no controle de hipertensão arterial, os estudos apontam benefícios também neste sentido. Profissionais que viviam em condições de estresse, faziam controle do problema com medicação, foram divididos em dois grupos, os que possuíam um cão ou gato e os que não possuíam animais. A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, um dos trabalhos constatou que as taxas de pressão diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os donos de cães. “Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não possuíam os animais”, acrescenta. Esta situação mostrou a diminuição dos níveis de estresse, obtidos com o contato com os pets.
Algumas outras situações também trazem efeitos muito positivos à saúde e ao convívio social: os pesquisadores da USP citam que a duração das caminhadas é maior para aquelas pessoas que estão acompanhadas por um cão. “Além disso, nestes passeios, os animais ajudam na integração social, contribuindo para o início de uma conversa com outras pessoas, por exemplo”, confirma Maria. Ainda segundo uma destas pesquisas, pessoas com problemas simples de saúde, como dores de cabeça, problemas estomacais, gripes, dentre outros, que adotaram pela primeira vez um animal de estimação, apresentaram redução significativa desses problemas menores de saúde, em relação a pessoas sem animais.
Sobre a Comac – A Comissão de Animais de Companhia foi criada em 2007 com o objetivo de influenciar e desenvolver o mercado de produtos veterinários para pequenos animais. A comissão surgiu como um grupo de trabalho do SINDAN e é composta, hoje, pelas empresas: Agener União, Bayer, Biovet, Coveli, Intervet/Schering-Plough, Jofadel, Konig, Merial, Ouro Fino, Pfizer, Vetnil e Virbac.
Fonte: Portal SEG
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terça-feira, 13 de julho de 2010
Abrigo de Animais ou depósito de animais?
Vi esta matéria no site da ANDA e achei interessante e totalmente discutível. A Eutanásia ainda é um ponto de discussão muito forte entre os amantes e protetores de animais.
Como eu disse no post sobre o adestrador de cães, é necessário também que todos que contribuam para um abrigo, fiscalizem o mesmo, para ver se o dinheiro é bem aplicado e se os animais estão tendo uma vida digna.
E vocês, o que acham da Eutanásia?
Siegmar Metzner
siegmar.metzner@curitiba.goethe.org
O texto abaixo, (Depósito de animais vivos), foi publicado ontem no jornal O Estado do Paraná. Escrevi o mesmo após uma visita a um destes abrigos e após conversar com amigos veterinários que algumas vezes atendem estes locais.
Creio que este problema não é apenas em nossa cidade. Centenas de abrigos estão super lotados e os animais não tem mais uma vida digna nestes locais. Passam fome, medo, frio e, principalmente os gatos, ficam durante anos enjaulados a espera de uma adoção que nunca chega.
Isto já não é mais uma vida digna para milhares de animais. Os abrigos, cegados por pensarem estar fazendo o bem para os animais recolhendo dia a dia mais e mais animais, estão transformando a vida destas criaturas numa verdadeira tortura, onde sobrevive quem tiver mais forças, onde come quem é mais forte e convenhamos, muitos passam fome.
Tenho recebido críticas por citar a eutanásia em alguns casos, mas deixo aqui a pergunta: O que é mais digno, deixar os mesmos viverem e comerem entre suas próprias fezes tendo que muitas vezes lutar para conseguir comer o suficiente, ou dar para alguns uma morte digna e acabar com seus sofrimentos?
Desculpem-me os abrigos, sei que a intenção tenta ser boa, mas parem para refletir e verão o mal que estão causando para estes animais.
Depósitos de animais vivos
Visitei há pouco tempo atrás uma das nossas ONGs ou melhor dizendo, um dos nossos abrigos de animais aqui em Curitiba. Creio não ser preciso dizer que sai do local chorando de raiva e de tristeza ao mesmo tempo. Não podemos mais chamar estes locais de “abrigos”, eles se tornaram depósitos de animais vivos, apenas isso.
Chorei de raiva pela razão de imaginar o porquê de tantos animais abandonados. Simples de responder, devido ao “seleto” grupo de ignorantes, de todas as classes, que compram animais ou os adotam por impulso, para satisfazerem seus mimados rebentos. E quando estes perdem o interesse e preferem agora um IPOD, o bichinho inocente é largado em praças, terminais ou rodovias. Quando fica doente em geral acontece o mesmo.
Tristeza senti pelo fato de estes animais não terem mais uma vida digna nestes locais. Eles aumentam diariamente de número, são amarrados nos portões destas entidades ou caixas de filhotes são abandonadas com ninhadas inteiras. Os que lá estão, muitos mutilados, doentes, alguns com doenças irreversíveis, cegos entre outros problemas, compartilham o mesmo espaço com os saudáveis.
A higiene há muito já fugiu do controle, como igualmente a forma decente de alimentar os mesmos. Sei que estes locais ou tentam fazer o melhor que podem, mas estão privados de tudo, principalmente de recursos e de pessoas para dar uma vida digna a estes animais, que precisariam de exercícios e de muito carinho, além da comida.
Nossas autoridades nada fazem ou fazem muito pouco. Muitos destes animais estariam melhores se fossem sacrificados, principalmente os doentes, cegos e mutilados que quase nunca podem se defender quando atacados pelos mais fortes e isso é algo que acontece com muita freqüência. Agora, mencione a palavra ‘’eutanásia’’ para uma destas entidades e voces terão inimigos mortais para o resto de suas vidas. Eles preferem ver alguns de seus animais morrerem velhos e doentes do que dar ao menos uma morte digna para alguns destes animais.
Quero deixar claro que a culpa não é apenas das nossas autoridades, que poderiam sim estar fazendo muito mais sobre este assunto, como por exemplo, admitir que a castração em massa já seria e é a única solução a médio prazo. Mas a culpa é igualmente de todos os ignorantes que abandonam seus animais assim quando estes adoecem ou seus mimados rebentos se cansam destas inocentes criaturas.
Siegmar Metzner – Curitiba
Jornal O Estado do Paraná
Edição 11/07/2010
Fonte: ANDA
Como eu disse no post sobre o adestrador de cães, é necessário também que todos que contribuam para um abrigo, fiscalizem o mesmo, para ver se o dinheiro é bem aplicado e se os animais estão tendo uma vida digna.
E vocês, o que acham da Eutanásia?
Siegmar Metzner
siegmar.metzner@curitiba.goethe.org
O texto abaixo, (Depósito de animais vivos), foi publicado ontem no jornal O Estado do Paraná. Escrevi o mesmo após uma visita a um destes abrigos e após conversar com amigos veterinários que algumas vezes atendem estes locais.
Creio que este problema não é apenas em nossa cidade. Centenas de abrigos estão super lotados e os animais não tem mais uma vida digna nestes locais. Passam fome, medo, frio e, principalmente os gatos, ficam durante anos enjaulados a espera de uma adoção que nunca chega.
Isto já não é mais uma vida digna para milhares de animais. Os abrigos, cegados por pensarem estar fazendo o bem para os animais recolhendo dia a dia mais e mais animais, estão transformando a vida destas criaturas numa verdadeira tortura, onde sobrevive quem tiver mais forças, onde come quem é mais forte e convenhamos, muitos passam fome.
Tenho recebido críticas por citar a eutanásia em alguns casos, mas deixo aqui a pergunta: O que é mais digno, deixar os mesmos viverem e comerem entre suas próprias fezes tendo que muitas vezes lutar para conseguir comer o suficiente, ou dar para alguns uma morte digna e acabar com seus sofrimentos?
Desculpem-me os abrigos, sei que a intenção tenta ser boa, mas parem para refletir e verão o mal que estão causando para estes animais.
Depósitos de animais vivos
Visitei há pouco tempo atrás uma das nossas ONGs ou melhor dizendo, um dos nossos abrigos de animais aqui em Curitiba. Creio não ser preciso dizer que sai do local chorando de raiva e de tristeza ao mesmo tempo. Não podemos mais chamar estes locais de “abrigos”, eles se tornaram depósitos de animais vivos, apenas isso.
Chorei de raiva pela razão de imaginar o porquê de tantos animais abandonados. Simples de responder, devido ao “seleto” grupo de ignorantes, de todas as classes, que compram animais ou os adotam por impulso, para satisfazerem seus mimados rebentos. E quando estes perdem o interesse e preferem agora um IPOD, o bichinho inocente é largado em praças, terminais ou rodovias. Quando fica doente em geral acontece o mesmo.
Tristeza senti pelo fato de estes animais não terem mais uma vida digna nestes locais. Eles aumentam diariamente de número, são amarrados nos portões destas entidades ou caixas de filhotes são abandonadas com ninhadas inteiras. Os que lá estão, muitos mutilados, doentes, alguns com doenças irreversíveis, cegos entre outros problemas, compartilham o mesmo espaço com os saudáveis.
A higiene há muito já fugiu do controle, como igualmente a forma decente de alimentar os mesmos. Sei que estes locais ou tentam fazer o melhor que podem, mas estão privados de tudo, principalmente de recursos e de pessoas para dar uma vida digna a estes animais, que precisariam de exercícios e de muito carinho, além da comida.
Nossas autoridades nada fazem ou fazem muito pouco. Muitos destes animais estariam melhores se fossem sacrificados, principalmente os doentes, cegos e mutilados que quase nunca podem se defender quando atacados pelos mais fortes e isso é algo que acontece com muita freqüência. Agora, mencione a palavra ‘’eutanásia’’ para uma destas entidades e voces terão inimigos mortais para o resto de suas vidas. Eles preferem ver alguns de seus animais morrerem velhos e doentes do que dar ao menos uma morte digna para alguns destes animais.
Quero deixar claro que a culpa não é apenas das nossas autoridades, que poderiam sim estar fazendo muito mais sobre este assunto, como por exemplo, admitir que a castração em massa já seria e é a única solução a médio prazo. Mas a culpa é igualmente de todos os ignorantes que abandonam seus animais assim quando estes adoecem ou seus mimados rebentos se cansam destas inocentes criaturas.
Siegmar Metzner – Curitiba
Jornal O Estado do Paraná
Edição 11/07/2010
Fonte: ANDA
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Cães e gatos também sofrem com o tempo seco em SP
Animais domésticos têm de receber até inalação em alguns casos. Número de casos em hospital veterinário aumentou quase 20%.
(Foto: Divulgação/Hospital Veterinário Sena Madureira)
A escassez de chuvas em São Paulo também prejudica cães e gatos. Com a baixa umidade do ar, as vias respiratórias dos animais ficam irritadas e o acúmulo de secreções é ainda maior: alguns deles precisam receber inalação para se manter saudáveis. Animais recém-nascidos, idosos e que já convivem com doenças respiratórias – como asma e pneumonia – precisam de atenção nessa época do ano.
"É importante que eles bebam bastante água. Em alguns casos, recomenda-se até que o proprietário ligue um umidificador", diz Fernanda Fragata, diretora clínica do Hospital Veterinário Sena Madureira. Segundo ela, foram registrados mais casos na última semana. "O aumento gira em torno de 18%." Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), deve chover nesta terça (13), o que deve amenizar o impacto do tempo seco, aumentando a umidade do ar.
Fonte: G1
(Foto: Divulgação/Hospital Veterinário Sena Madureira)
A escassez de chuvas em São Paulo também prejudica cães e gatos. Com a baixa umidade do ar, as vias respiratórias dos animais ficam irritadas e o acúmulo de secreções é ainda maior: alguns deles precisam receber inalação para se manter saudáveis. Animais recém-nascidos, idosos e que já convivem com doenças respiratórias – como asma e pneumonia – precisam de atenção nessa época do ano.
"É importante que eles bebam bastante água. Em alguns casos, recomenda-se até que o proprietário ligue um umidificador", diz Fernanda Fragata, diretora clínica do Hospital Veterinário Sena Madureira. Segundo ela, foram registrados mais casos na última semana. "O aumento gira em torno de 18%." Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), deve chover nesta terça (13), o que deve amenizar o impacto do tempo seco, aumentando a umidade do ar.
Fonte: G1
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quarta-feira, 7 de julho de 2010
Lágrima ácida em cães e gatos
Ou epífora, é um excesso de lacrimejamento, causando manchas. Há algumas causas para o distúrbio, e o animal deve ser avaliado por um oftalmologista veterinário: pode haver um defeito na drenagem lacrimal, ou doenças oculares. Geralmente, ocorre, em animais de pelagem branca e/ou raças miniaturas.
Segundo Tânia Parra, professora e veterinária do Hospital Veterinário da Universidade Metodista, “o problema é mais visível em animais de pelo claro, porque a lágrima altera a cor da pelagem. Não é a acidez que causa essa mudança, mas a quantidade de lágrimas”.
Lágrimas são responsáveis pela lubrificação dos olhos. O excesso, é drenado através do canal lacrimal para o interior do focinho, e se essa drenagem, por algum motivo, não for suficiente, as lágrimas cairão na cara do animal. Em contato com o pelo, as lágrimas podem sofrer a ação de bactérias da pele e da pelagem, fazendo o pelo assumir uma coloração avermelhada ou marrom.
Em raças de cães e gatos com a cara achatada (braquicéfalas), a epífora está associada à anatomia desses animais. Raças mais afetadas: pug, bulldog, pequinês, gatos persas. Além da anatomia, o excesso de pelos próximo aos olhos, pode causar mais irritação. É necessária a tosa da cara do bicho. Quando o problema é anatômico, o que pode ser feito é limpeza diária dos olhos e da pelagem, removendo as crostas que podem se formar. Sem a limpeza, pode ocorrer inflamação da pele nessas áreas.
Além da drenagem insuficiente e anatomia, pode haver outras causas para a lágrima ácida: obstrução do canal lacrimal (poeira, etc.), deformações na pálpebra (cílios voltados para dentro dos olhos causando irritação – a correção é cirúrgica), inflamação no ducto da lágrima, conjuntivites, etc..
Há produtos que impermeabilizam a cara do animal, minimizando o escurecimento da pelagem. Esses produtos devem ser indicados pelo médico veterinário.
http://www.supermercadodospets.com.br/detalhes.asp?id=1&produto=2215
Não se deve utilizar colírios antibióticos sem a orientação do veterinário, pois o resultado não é duradouro. Os antibióticos alteram a composição química da lágrima, mas só vão funcionar por um certo tempo, fazendo com que as bactérias se tornem resistentes.
Alguns cuidados, além de consultar o oftalmo veterinário:
- limpar os olhos e a região aos redor, todos os dias, com soro fisiológico;
- manter a cara do animal tosada;
- podem ser usadas as toalhas higiênicas para a região dos olhos;
- usar produto impermeabilizante.
Florais de Bach:
O tratamento com Florais de Bach é, basicamente, tratar as emoções e os estados mentais, ditos “negativos”. O Dr. Edward Bach (1886 – 1936) acreditava que, tratando esses fatores, a doença física também estaria sendo tratada. As essências tratam o indivíduo e não a doença. O Dr. Bach enunciou as disposições mentais negativas (que são as verdadeiras causas das doenças): orgulho, crueldade, ódio, egoísmo, ignorância, instabilidade, ambição (ou cobiça). E, as qualidades inerentes a todo ser vivo que, devem ser estimuladas com os florais: paz, fé, amor, sabedoria, alegria, certeza, esperança.
Nos animais também é assim, pelas características da alma (Eu Superior, para Bach).
O Dr. Bach, em sua pesquisa, concluiu que, os animais podem e devem ser tratados com as mesmas essências dos humanos, por terem emoções similares. Ele tratava seu cachorro com florais e, Nora Weeks sua assistente, tratava seus vários gatos também com as essências. Todos os animais domésticos: cães, gatos, equinos, caprinos, ovinos, suínos, bovinos, aves domésticas, animais selvagens e silvestres, se beneficiam com este tratamento.
Se o bichinho estiver doente deverá ser examinado e diagnosticado por um médico veterinário – o terapeuta floral trata os desequilíbrios energéticos.
A Terapia Floral de Bach é considerada pela Organização Mundial de Saúde, desde 1976, como medicina vibracional – lida com energias de um nível mais sutil e que, intervêm nas energias do corpo físico.
As essências florais possuem configurações energéticas. Quando o cliente toma o floral, a energia que foi retirada das flores vai interferir, beneficamente, no comportamento dos prótons, nêutrons, elétrons dos átomos das células do corpo e do cérebro.
Os florais podem ser encontrados em quaisquer farmácias de manipulação – aquelas que aviam receitas e podem ser usados com quaisquer outros sistemas de tratamento: alopático, homeopático, fitoterápico, etc. Não há interação medicamentosa. não há efeitos colaterais, não intoxicam, não há contra-indicações e, podem ser usados por todas as pessoas (adultos, crianças, idosos, pessoas inconscientes, em estado de coma), animais e plantas. Sua ação é suave. E, também podem ser usados preventivamente.
A filosofia do Dr Bach e, o sistema de tratamento por ele criado, os florais, são baseados na simplicidade. O próprio Dr. Bach, dizia que este sistema de tratamento seria a medicina do futuro. Acreditava que a doença era o resultado do conflito entre a alma (Eu Superior) e a mente. Os florais atuam na condição emocional do cliente.
As essências elevam as vibrações, aproximando-nos do ideal da alma, aliviando os sofrimentos – dos animais também!
As essências podem ser utilizadas nos olhos dos animais, desde que sejam feitas sem nenhum conservante.
Fonte: ANDA
Segundo Tânia Parra, professora e veterinária do Hospital Veterinário da Universidade Metodista, “o problema é mais visível em animais de pelo claro, porque a lágrima altera a cor da pelagem. Não é a acidez que causa essa mudança, mas a quantidade de lágrimas”.
Lágrimas são responsáveis pela lubrificação dos olhos. O excesso, é drenado através do canal lacrimal para o interior do focinho, e se essa drenagem, por algum motivo, não for suficiente, as lágrimas cairão na cara do animal. Em contato com o pelo, as lágrimas podem sofrer a ação de bactérias da pele e da pelagem, fazendo o pelo assumir uma coloração avermelhada ou marrom.
Em raças de cães e gatos com a cara achatada (braquicéfalas), a epífora está associada à anatomia desses animais. Raças mais afetadas: pug, bulldog, pequinês, gatos persas. Além da anatomia, o excesso de pelos próximo aos olhos, pode causar mais irritação. É necessária a tosa da cara do bicho. Quando o problema é anatômico, o que pode ser feito é limpeza diária dos olhos e da pelagem, removendo as crostas que podem se formar. Sem a limpeza, pode ocorrer inflamação da pele nessas áreas.
Além da drenagem insuficiente e anatomia, pode haver outras causas para a lágrima ácida: obstrução do canal lacrimal (poeira, etc.), deformações na pálpebra (cílios voltados para dentro dos olhos causando irritação – a correção é cirúrgica), inflamação no ducto da lágrima, conjuntivites, etc..
Há produtos que impermeabilizam a cara do animal, minimizando o escurecimento da pelagem. Esses produtos devem ser indicados pelo médico veterinário.
http://www.supermercadodospets.com.br/detalhes.asp?id=1&produto=2215
Não se deve utilizar colírios antibióticos sem a orientação do veterinário, pois o resultado não é duradouro. Os antibióticos alteram a composição química da lágrima, mas só vão funcionar por um certo tempo, fazendo com que as bactérias se tornem resistentes.
Alguns cuidados, além de consultar o oftalmo veterinário:
- limpar os olhos e a região aos redor, todos os dias, com soro fisiológico;
- manter a cara do animal tosada;
- podem ser usadas as toalhas higiênicas para a região dos olhos;
- usar produto impermeabilizante.
Florais de Bach:
O tratamento com Florais de Bach é, basicamente, tratar as emoções e os estados mentais, ditos “negativos”. O Dr. Edward Bach (1886 – 1936) acreditava que, tratando esses fatores, a doença física também estaria sendo tratada. As essências tratam o indivíduo e não a doença. O Dr. Bach enunciou as disposições mentais negativas (que são as verdadeiras causas das doenças): orgulho, crueldade, ódio, egoísmo, ignorância, instabilidade, ambição (ou cobiça). E, as qualidades inerentes a todo ser vivo que, devem ser estimuladas com os florais: paz, fé, amor, sabedoria, alegria, certeza, esperança.
Nos animais também é assim, pelas características da alma (Eu Superior, para Bach).
O Dr. Bach, em sua pesquisa, concluiu que, os animais podem e devem ser tratados com as mesmas essências dos humanos, por terem emoções similares. Ele tratava seu cachorro com florais e, Nora Weeks sua assistente, tratava seus vários gatos também com as essências. Todos os animais domésticos: cães, gatos, equinos, caprinos, ovinos, suínos, bovinos, aves domésticas, animais selvagens e silvestres, se beneficiam com este tratamento.
Se o bichinho estiver doente deverá ser examinado e diagnosticado por um médico veterinário – o terapeuta floral trata os desequilíbrios energéticos.
A Terapia Floral de Bach é considerada pela Organização Mundial de Saúde, desde 1976, como medicina vibracional – lida com energias de um nível mais sutil e que, intervêm nas energias do corpo físico.
As essências florais possuem configurações energéticas. Quando o cliente toma o floral, a energia que foi retirada das flores vai interferir, beneficamente, no comportamento dos prótons, nêutrons, elétrons dos átomos das células do corpo e do cérebro.
Os florais podem ser encontrados em quaisquer farmácias de manipulação – aquelas que aviam receitas e podem ser usados com quaisquer outros sistemas de tratamento: alopático, homeopático, fitoterápico, etc. Não há interação medicamentosa. não há efeitos colaterais, não intoxicam, não há contra-indicações e, podem ser usados por todas as pessoas (adultos, crianças, idosos, pessoas inconscientes, em estado de coma), animais e plantas. Sua ação é suave. E, também podem ser usados preventivamente.
A filosofia do Dr Bach e, o sistema de tratamento por ele criado, os florais, são baseados na simplicidade. O próprio Dr. Bach, dizia que este sistema de tratamento seria a medicina do futuro. Acreditava que a doença era o resultado do conflito entre a alma (Eu Superior) e a mente. Os florais atuam na condição emocional do cliente.
As essências elevam as vibrações, aproximando-nos do ideal da alma, aliviando os sofrimentos – dos animais também!
As essências podem ser utilizadas nos olhos dos animais, desde que sejam feitas sem nenhum conservante.
Fonte: ANDA
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quarta-feira, 30 de junho de 2010
Castração a R$ 20,00
Importante! Ajudem a divulgar.
A castração é extremamente importante para que não haja tantos bichos abandonados e maltratados pelas ruas da nossa cidade.
A castração é extremamente importante para que não haja tantos bichos abandonados e maltratados pelas ruas da nossa cidade.
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segunda-feira, 28 de junho de 2010
Durante a Copa, cachorros têm "dias de cão" por causa dos rojões
Festa nas ruas, rojões, gritaria por todos os cantos da cidade. Enquanto todos estão na torcida pelas vitórias brasileiras, os melhores amigos do homem não estão nada felizes. Quem tem cachorro em casa sabe bem o que acontece durante os jogos da seleção .
Com a audição 75 vezes mais potente do que os humanos, os pobres caninos se sentem muito mais incomodados com o barulho da festa, podendo desenvolver traumas e até doenças. Segundo a médica veterinária Cláudia Gianfrancesco, as reações podem ser das mais variadas.
“Cada cachorro reage de um jeito, mas a grande maioria fica perturbada. Alguns se escondem embaixo de algum móvel, outros não param de latir. As reações fisiológicas são as que mais preocupam, já que o aumento da freqüência cardíaca e respiratória pode ser altamente prejudicial, dependendo da idade e da doença que o cão possa ter”, explica Cláudia.
Esse é o caso de Jiló, o cão da dona de casa Sueli da Silva. O cachorro sofre de colite crônica, uma inflamação no intestino que se agrava quando o animal sofre qualquer tipo de stress. Ela conta que ao invés de assistir aos jogos do Brasil fica todo o tempo distraindo Jiló para ele não se assustar com os rojões. “Nos dias que a seleção ganha ele sofre muito, chegando até a vomitar sangue. Enquanto todos estão torcendo pelo Brasil eu fico jogando a bolinha para ele se acalmar e acabo nem vendo a partida”, conta.
Um caso ainda mais curioso é do empresário de segurança Valdeni Alves Santana. Sua cadela ficou incomodada com o barulho dos fogos de artifício e tentou pular a grade, ficando presa em uma barra de metal. “Quando vimos ela estava presa na grade do canil, com um pedaço de ferro atravessando seu corpo. Felizmente ela chegou a tempo no veterinário e sobreviveu”, disse.
Treinamento
Também adestrador de cães, Valdeni resolveu treinar seus dois cachorros para situações como essa não se repetirem. Dono de um rottweiler e um poodle, ele adestrou os dois para não se assustarem quando acontece uma queima de fogos.
“Existem vários tipos de treinamentos, eu fiz um com bombinhas. Comecei assustando com fósforos, e aos poucos fui soltando bombinhas cada vez mais fortes perto deles. Quando tentaram pegar as bombas com a boca, percebi que já estavam acostumados ao barulho. Hoje os cães não ligam para os ruídos”, comemora Valdeni.
Calmantes
Para aqueles que não têm tempo de treinar seus cães, há opções de calmantes para serem dados pouco antes das partidas. Porém, Cláudia lembra que os medicamentos devem ser receitados exclusivamente por veterinários. “Muita gente dá aos cachorros remédios humanos, o que além de não fazer efeito, às vezes pode até matar o animal. Automedicação é sempre um erro”, esclarece.
O que não fazer
Na intenção de ajudar, alguns donos acabam assustando ainda mais seus cães. Segundo a veterinária, não se deve pegar o cachorro no colo e muito menos colocar algodão nos ouvidos.
“Psicólogos caninos dizem que pegando o cão no colo você só passa mais medo a ele, o ideal é fechar o animal em um lugar tranqüilo e escuro na hora do barulho. Quanto ao algodão, ele abafa os tímpanos e pode até aumentar os ruídos, além da possibilidade de ficar preso na orelha”, conclui Cláudia.
Fonte: EPTV
Com a audição 75 vezes mais potente do que os humanos, os pobres caninos se sentem muito mais incomodados com o barulho da festa, podendo desenvolver traumas e até doenças. Segundo a médica veterinária Cláudia Gianfrancesco, as reações podem ser das mais variadas.
“Cada cachorro reage de um jeito, mas a grande maioria fica perturbada. Alguns se escondem embaixo de algum móvel, outros não param de latir. As reações fisiológicas são as que mais preocupam, já que o aumento da freqüência cardíaca e respiratória pode ser altamente prejudicial, dependendo da idade e da doença que o cão possa ter”, explica Cláudia.
Esse é o caso de Jiló, o cão da dona de casa Sueli da Silva. O cachorro sofre de colite crônica, uma inflamação no intestino que se agrava quando o animal sofre qualquer tipo de stress. Ela conta que ao invés de assistir aos jogos do Brasil fica todo o tempo distraindo Jiló para ele não se assustar com os rojões. “Nos dias que a seleção ganha ele sofre muito, chegando até a vomitar sangue. Enquanto todos estão torcendo pelo Brasil eu fico jogando a bolinha para ele se acalmar e acabo nem vendo a partida”, conta.
Um caso ainda mais curioso é do empresário de segurança Valdeni Alves Santana. Sua cadela ficou incomodada com o barulho dos fogos de artifício e tentou pular a grade, ficando presa em uma barra de metal. “Quando vimos ela estava presa na grade do canil, com um pedaço de ferro atravessando seu corpo. Felizmente ela chegou a tempo no veterinário e sobreviveu”, disse.
Treinamento
Também adestrador de cães, Valdeni resolveu treinar seus dois cachorros para situações como essa não se repetirem. Dono de um rottweiler e um poodle, ele adestrou os dois para não se assustarem quando acontece uma queima de fogos.
“Existem vários tipos de treinamentos, eu fiz um com bombinhas. Comecei assustando com fósforos, e aos poucos fui soltando bombinhas cada vez mais fortes perto deles. Quando tentaram pegar as bombas com a boca, percebi que já estavam acostumados ao barulho. Hoje os cães não ligam para os ruídos”, comemora Valdeni.
Calmantes
Para aqueles que não têm tempo de treinar seus cães, há opções de calmantes para serem dados pouco antes das partidas. Porém, Cláudia lembra que os medicamentos devem ser receitados exclusivamente por veterinários. “Muita gente dá aos cachorros remédios humanos, o que além de não fazer efeito, às vezes pode até matar o animal. Automedicação é sempre um erro”, esclarece.
O que não fazer
Na intenção de ajudar, alguns donos acabam assustando ainda mais seus cães. Segundo a veterinária, não se deve pegar o cachorro no colo e muito menos colocar algodão nos ouvidos.
“Psicólogos caninos dizem que pegando o cão no colo você só passa mais medo a ele, o ideal é fechar o animal em um lugar tranqüilo e escuro na hora do barulho. Quanto ao algodão, ele abafa os tímpanos e pode até aumentar os ruídos, além da possibilidade de ficar preso na orelha”, conclui Cláudia.
Fonte: EPTV
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terça-feira, 22 de junho de 2010
Cachorro também sofre de estresse
Este problema psicológico em cão é mais comum do que os donos imaginam! Não é apenas nós que sentimos estresse. O cachorro, quando têm uma relação de dependência muito intensa com o seu tutor, também está propício a desenvolver problemas psicológicos que ocorrem por vários fatores na vida do mesmo.
Podemos citar alguns exemplos que levam o cão a desenvolver estresse:
. quando as pessoas próximas dele ficam ausentes por dias
. não receber carinho o suficiente do tutor
. falta ou excesso de exercícios
. sua vida se transformar em rotina
. ambiente agitado
. participação em exposições e competições
As principais atitudes que o cão poderá apresentar quando o mesmo está estressado são: lamber as próprias patas, cavar, uivar, latir excessivamente, chorar e, em muitas às vezes, urinar e defecar em locais inapropriados, onde ele não estava acostumado a fazer.
Segundo especialistas, para combater o problema, o tutor precisa primeiramente identificar a fonte do mesmo e, posteriormente, mudar a rotina do amigo de 4 patas. Procurar um profissional em comportamento canino também é aconselhável.
Por Andressa Araújo – São Paulo/SP
Fonte: Portal da Cinofilia
Obs: Este é por minha conta. Como o post acima falou de stress, opodemos ver um típico cão estressado abaixo.... rsrsrs! Quem mandou buzinar na cara dele?
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
A relação da idade do cão e do homem
Existem várias teorias que tentam explicar a relação entre a idade do cão e a idade do homem. A mais difundida e aquela que diz que cada ano do cão equivaleria a sete anos do homem. Mas essa teoria não corresponde à verdade, pois essa relação varia no transcorrer da vida dos nossos companheiros. Por exemplo: um cachorro de cinco meses já perdeu parte dos “dentes de leite” enquanto que uma criança de cinco meses poderá estar aparecendo os primeiros dentes.Basicamente, você pode considerar que a correlação de idades entre os cães e humanos pode ser apresentada como está abaixo, com pequenas variações:
Fonte: Clinica Animals
Fonte: Clinica Animals
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Como livrar seu pet de pulgas e carrapatos
Clique na imagem e confira esta matéria do site da Revista Época. Achei muito interessante e esclarecedor. É extremamente importante protegermos nossos animais de pulgas e carrapatos.
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