ATUALIZADO 29/06 - ADOTADA
"Eu e a Mariana achamos uma cachorrinha perdida nas imediações da Almap.
Ela é lindinha, de pequeno porte, aprox 2 anos, não solta pêlos, super educada (só fez as necessidades na rua, quando foi levada para passear), não late, não morde, carinhosíssima e super obediente.
Temos certeza que ela não é da rua, ela está na rua.
O problema é que infelizmente não podemos ficar com ela - já temos um cão pra chamar de nosso - por isso estamos a procura de um dono (mesmo que temporário) .
Ela está cheirosinha de banho tomado, vacinada, vermifugada e com um kit de comidinha + casinha pronta pra fazer alguém bem feliz.
Se você está a procura de um bichinho ou conhece alguém que é merecedor de uma cachorrinha tão legal quanto ela, dá um toque pra gente.
Se não puder ficar ou indicar alguém, repassar este e-mail já é de grande ajuda!"
Luana: luanakt@gmail.com
Mariana: marianavalverde97@hotmail.com
segunda-feira, 28 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Tutora procura sua cadelinha que fugiu em São Paulo - URGENTE
Por favor nos ajudem!!! Ela é muito mansinha e boazinha, mas é muito assustada e tem muito medo das pessoas. Obrigada e por favor vamos fazer uma corrente do bem!!!
Qualquer dúvida, por favor me liguem
Cintia – cel: (11) 8525-8735
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Estou perdido...
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Cachorro muito magro e fraco precisa de resgate urgente, na Casa Verde (SP)
Patrícia Galvão
galvao_patricia@hotmail.com
Esse cachorrinho fica na frente das casas Bahia ali na Vila Nova Cachoeirinha, em SP. Quando eu tenho dinheiro eu vou atá lá para dar comida para ele, mas ele está muito magrinho e fraco; eu não tenho onde colocar pois já tenho 5 cachorros comigo.
foto do caozinho encolhido na rua
Foto do caozinho encolhido na rua (s/c)
Se alguém morar perto por favor ajude, é em frente a Caixa Econômica, bem na frente das casas Bahia na Av Deputado Emilio Carlos – Casa Verde alta -SP.
Contato com Angela, nos telefones: (011) 3857-2515 ou 7664-9279
Fonte: ANDA
galvao_patricia@hotmail.com
Esse cachorrinho fica na frente das casas Bahia ali na Vila Nova Cachoeirinha, em SP. Quando eu tenho dinheiro eu vou atá lá para dar comida para ele, mas ele está muito magrinho e fraco; eu não tenho onde colocar pois já tenho 5 cachorros comigo.
foto do caozinho encolhido na rua
Foto do caozinho encolhido na rua (s/c)
Se alguém morar perto por favor ajude, é em frente a Caixa Econômica, bem na frente das casas Bahia na Av Deputado Emilio Carlos – Casa Verde alta -SP.
Contato com Angela, nos telefones: (011) 3857-2515 ou 7664-9279
Fonte: ANDA
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Me adota?
Peludos não adotados no último final de semana
Olá. Somos dez peludinhos de diferentes idades. No último final de semana, fomos cheios de esperanças para adoção, mas ninguém quis nos adotar. Outros amiguinhos tiveram esta sorte, mas não nós. Nos sentimos felizes por eles mas também tristes por nós. O que mais queremos é um lar. Com exceção dos filhotes, já sofremos bastante nas ruas e hoje temos uma boa vida no abrigo do Clube dos Vira-Latas, mas nada se compara a ter uma família, algo que nunca tivemos, mas sempre ouvimos falar.
Por isso, viemos aqui pedir sua ajuda para realizarmos nosso sonho. Se não puder nos adotar, que tal compartilhar com seus amigos do Facebook nossas carinhas? Quem sabe um deles não olha em nossos olhinhos e se apaixona. Falta só isso para sermos completamente felizes e você pode ajudar. Somos todos dóceis e meigos, inclusive com outros cães. Não custa nada. Basta clicar em compartilhar.
Vamos tentar?
Obrigado e uma lambida em todos.
Clique para ver as fotos: http://www.facebook.com/album.php?aid=183014&id=373174358584
Por isso, viemos aqui pedir sua ajuda para realizarmos nosso sonho. Se não puder nos adotar, que tal compartilhar com seus amigos do Facebook nossas carinhas? Quem sabe um deles não olha em nossos olhinhos e se apaixona. Falta só isso para sermos completamente felizes e você pode ajudar. Somos todos dóceis e meigos, inclusive com outros cães. Não custa nada. Basta clicar em compartilhar.
Vamos tentar?
Obrigado e uma lambida em todos.
Clique para ver as fotos: http://www.facebook.com/album.php?aid=183014&id=373174358584
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Me adota?
quarta-feira, 23 de junho de 2010
"Encontrei o seu cão" - Autor Desconhecido
Recebi este texto por e-mail, do pessoal do Cão Solidário.
É triste, mas a pura verdade. Leia, e pense 2 vezes antes de abandonar um animal.
Hoje encontrei seu cão. Não, ele não foi adotado por ninguém. Aqui por perto, a maioria das pessoas já têm vários cães; aqueles que não têm nenhum não querem um cão. Eu sei que você esperava que ele encontrasse um bom lar quando o deixou aqui, mas ele não encontrou. Quando o vi pela primeira vez, ele estava bem longe da casa mais próxima e estava sozinho, com sede, magro e mancava por causa de um machucado na pata.
Eu queria tanto ser você naquele momento em que parei na frente dele. Para ver sua cauda abanando e seus olhos brilhando ao pular nos seus braços, pois ele sabia que você o encontraria, sabia que você não esqueceria dele. Para ver o perdão em seus olhos pelo sofrimento e pela dor por que ele havia passado em sua jornada sem fim à sua procura… Mas eu não era você. E, apesar das minhas tentativas de convencê-lo a se aproximar, seus olhos viam um estranho. Ele não confiava em mim. Ele não se aproximava.
Ele virou as costas e seguiu seu caminho, pois tinha certeza de que esse caminho o levaria a você. Ele não entende que você não está procurando por ele. Ele só sabe que você não está lá, sabe apenas que precisa te encontrar. Isso é mais importante do que comida, água ou o estranho que pode lhe dar essas coisas.
Percebi que seria inútil tentar persuadi-lo ou segui-lo. Eu nem sei seu nome. Fui para casa, enchi um balde d’ água e uma vasilha de comida e voltei para o lugar onde o havia encontrado. Não havia nem sinal dele, mas deixei a água e a comida debaixo da árvore onde ele havia buscado abrigo do sol e um pouco de descanso. Veja bem, ele não é um cão selvagem. Ao domesticá-lo, você tirou dele o instinto de sobrevivência nas ruas. Ele só sabe que precisa caminhar o dia todo. Ele não sabe que o sol e o calor podem custar-lhe a vida. Ele só sabe que precisa encontrá-lo.
Aguardei na esperança de que voltasse para buscar abrigo sob a árvore, na esperança de que a água e a comida que havia trazido fizessem com que confiasse em mim e eu pudesse levá-lo para casa, cuidar do machucado da pata, dar-lhe um canto fresco para se deitar e ajudá-lo a entender que agora você não faria mais parte de sua vida. Ele não voltou aquela manhã e, quando a noite caiu, a água e a comida permaneciam intocadas. Fiquei preocupada. Você deve saber que poucas pessoas tentariam ajudar seu cão. Algumas o enxotariam, outras chamariam a carrocinha, que lhe daria o destino do qual você achou que o estava salvando - depois de dias de sofrimento sem água ou comida.
Voltei ao local antes do anoitecer. Não o encontrei. Na manhã seguinte, voltei e vi que a água e a comida permaneciam intactas. Ah, se você estivesse aqui para chamar seu nome! Sua voz é tão familiar para ele. Comecei a ir na direção que ele havia tomado ontem, sem muita esperança de encontrá-lo. Ele estava tão desesperado para te encontrar, que seria capaz de caminhar muitos quilômetros em 24 horas.
Algumas horas mais tarde, a uma boa distância do local onde eu o havia visto pela primeira vez, finalmente encontrei seu cão. A sede não o atormentava mais. Sua fome havia desaparecido e suas dores haviam passado. O machucado da pata não o incomodava mais. Agora seu cão está livre de todo esse sofrimento. Seu cão morreu.
Ajoelhei-me ao lado dele e amaldiçoei você por não estar aqui ontem para que eu pudesse ver o brilho, por um instante sequer, naqueles olhos vazios. Rezei, pedindo que sua jornada o tenha levado àquele lugar que acho que você esperava que ele encontrasse. Se você soubesse por quanta coisa ele passou para chegar lá… E eu sofro, pois sei que, se ele acordasse agora, e se eu fosse você, seus olhos brilhariam ao reconhecê-lo, ele abanaria sua cauda, perdoando-o por tê-lo abandonado...
É triste, mas a pura verdade. Leia, e pense 2 vezes antes de abandonar um animal.
Hoje encontrei seu cão. Não, ele não foi adotado por ninguém. Aqui por perto, a maioria das pessoas já têm vários cães; aqueles que não têm nenhum não querem um cão. Eu sei que você esperava que ele encontrasse um bom lar quando o deixou aqui, mas ele não encontrou. Quando o vi pela primeira vez, ele estava bem longe da casa mais próxima e estava sozinho, com sede, magro e mancava por causa de um machucado na pata.
Eu queria tanto ser você naquele momento em que parei na frente dele. Para ver sua cauda abanando e seus olhos brilhando ao pular nos seus braços, pois ele sabia que você o encontraria, sabia que você não esqueceria dele. Para ver o perdão em seus olhos pelo sofrimento e pela dor por que ele havia passado em sua jornada sem fim à sua procura… Mas eu não era você. E, apesar das minhas tentativas de convencê-lo a se aproximar, seus olhos viam um estranho. Ele não confiava em mim. Ele não se aproximava.
Ele virou as costas e seguiu seu caminho, pois tinha certeza de que esse caminho o levaria a você. Ele não entende que você não está procurando por ele. Ele só sabe que você não está lá, sabe apenas que precisa te encontrar. Isso é mais importante do que comida, água ou o estranho que pode lhe dar essas coisas.
Percebi que seria inútil tentar persuadi-lo ou segui-lo. Eu nem sei seu nome. Fui para casa, enchi um balde d’ água e uma vasilha de comida e voltei para o lugar onde o havia encontrado. Não havia nem sinal dele, mas deixei a água e a comida debaixo da árvore onde ele havia buscado abrigo do sol e um pouco de descanso. Veja bem, ele não é um cão selvagem. Ao domesticá-lo, você tirou dele o instinto de sobrevivência nas ruas. Ele só sabe que precisa caminhar o dia todo. Ele não sabe que o sol e o calor podem custar-lhe a vida. Ele só sabe que precisa encontrá-lo.
Aguardei na esperança de que voltasse para buscar abrigo sob a árvore, na esperança de que a água e a comida que havia trazido fizessem com que confiasse em mim e eu pudesse levá-lo para casa, cuidar do machucado da pata, dar-lhe um canto fresco para se deitar e ajudá-lo a entender que agora você não faria mais parte de sua vida. Ele não voltou aquela manhã e, quando a noite caiu, a água e a comida permaneciam intocadas. Fiquei preocupada. Você deve saber que poucas pessoas tentariam ajudar seu cão. Algumas o enxotariam, outras chamariam a carrocinha, que lhe daria o destino do qual você achou que o estava salvando - depois de dias de sofrimento sem água ou comida.
Voltei ao local antes do anoitecer. Não o encontrei. Na manhã seguinte, voltei e vi que a água e a comida permaneciam intactas. Ah, se você estivesse aqui para chamar seu nome! Sua voz é tão familiar para ele. Comecei a ir na direção que ele havia tomado ontem, sem muita esperança de encontrá-lo. Ele estava tão desesperado para te encontrar, que seria capaz de caminhar muitos quilômetros em 24 horas.
Algumas horas mais tarde, a uma boa distância do local onde eu o havia visto pela primeira vez, finalmente encontrei seu cão. A sede não o atormentava mais. Sua fome havia desaparecido e suas dores haviam passado. O machucado da pata não o incomodava mais. Agora seu cão está livre de todo esse sofrimento. Seu cão morreu.
Ajoelhei-me ao lado dele e amaldiçoei você por não estar aqui ontem para que eu pudesse ver o brilho, por um instante sequer, naqueles olhos vazios. Rezei, pedindo que sua jornada o tenha levado àquele lugar que acho que você esperava que ele encontrasse. Se você soubesse por quanta coisa ele passou para chegar lá… E eu sofro, pois sei que, se ele acordasse agora, e se eu fosse você, seus olhos brilhariam ao reconhecê-lo, ele abanaria sua cauda, perdoando-o por tê-lo abandonado...
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Quais são os direitos legais dos cachorros?
A legislação brasileira ainda considera os animais domésticos como coisas. Essa é a constatação da advogada cível e criadora do site Direito Animal, Denise Grecco Valente. Segundo a especialista no assunto, diantes dessas condições legais, muitos donos maltratam os animais apenas porque eles são de sua propriedade. “Estes pobres só são ‘salvos’ desse horror se algum vizinho se importar e denunciar – ironicamente, exatamente como acontece em casos de maus tratos com crianças.”
A ADVOGADA lembra, entretanto, que os animais têm os direitos previstos no Decreto Lei 24.645/1934, do ex-presidente Getúlio Vargas. Confira abaixo como essa lei descreve as várias modalidades consideradas como maltrato. E se você conhece algum cachorro que vive sob uma dessas condições, denuncie à delegacia mais próxima:
O QUE é maltrato?
- Abandonar, espancar, golpear, mutilar e envenenar;
- Manter preso permanentemente em correntes;
- Manter em local pequeno e anti-higiênico;
- Não abrigar do sol, da chuva e do frio;
- Deixar sem ventilação ou luz solar;
- Não dar água e comida diariamente;
- Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
- Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força;
- Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;
- Promover violência, como as rinhas.
Fonte: Canina Blog
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terça-feira, 22 de junho de 2010
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